Alunos são premiados na FEBRACE

As duas equipes que representaram o Bandeirantes na FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) foram premiadas. Os projetos tiveram propostas tanto para a crise hídrica de São Paulo, quanto para o auxílio de deficientes visuais no reconhecimento de cores.

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Intitulado de “Estudo do concreto produzido com água de reuso de São Paulo: uma alternativa para a economia de água na construção civil”, o trabalho dos alunos Catarina Vallada, Enzo Profili e Guilherme Peres,da 3.a série, conquistou 3.o lugar na categoria Engenharia.

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A equipe foi orientada pelo professor de Geografia do Colégio, Pedro Coelho, e coorientada por Arthur Rupp, do Instituto Mauá de Tecnologia. O objetivo do projeto foi buscar uma solução sustentável para a crise hídrica dentro da Engenharia. A pesquisa foi realizada no ano passado para a Feira de Ciências do Band, na qual eles foram os 1.os colocados pelo júri técnico.

Para Guilherme, a interdisciplinaridade entre Ciências e Geografia- pela contextualização com a crise hídrica- e o caráter inovador da pesquisa foram fatores fundamentais para conquistar o lugar de destaque. “Acho que o fato de ter tido um alto embasamento científico foi essencial. Todos os nossos resultados foram justificados pelas nossas pesquisas, que seguiram uma rigorosa metodologia”, completou Enzo.

Já o projeto dos alunos Lucas Liberman, Pedro Takahaski e Rodrigo Koozo, orientado pelo professor de Física, Renato Villar e coorientado por Carlos Rafael Gimenes, da BandTec, ganhou o prêmio de Inovação em Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência.

A pesquisa realizada por eles foi intitulada de “Cromatoscopiofone: protótipo em Arduino para identificação de cores para deficiências visuais” e tinha como propósito auxiliar deficientes visuais no reconhecimento de cores através da emissão de sons a partir de cada espectro de cor.

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A Feira de Ciências do Fundamental já começou!

Os alunos do Ensino Fundamental já estão preparando os seus trabalhos apesar da Feira de Ciências estar programada apenas para o dia 23/10!

Eles estão vivenciando o verdadeiro espírito científico uma vez que as pesquisas são trabalhosas e exigem muito tempo.

Algumas pessoas, quando observam apenas os resultados de uma pesquisa, não conseguem imaginar todo o trabalho e dedicação que foram necessárias para chegar ao produto final.

Para os alunos do 7º ano, série estreante na Feira, o trabalho começou desde o 1º bimestre. Os estudantes já fizeram as pesquisas iniciais, que são de extrema importância na identificação do problema que será estudado no projeto.

Outra novidade desta Feira é que os alunos do Ensino Fundamental estão desenvolvendo os seus trabalhos escritos através do uso de uma ferramenta inédita para eles: o TELEDUC. Esta ferramenta é um ambiente virtual, muito usada para o ensino à distância, em que os estudantes podem pesquisar materiais, trocar informações, interagir com os colegas e formadores e registrar todas as etapas do seu projeto no seu “Diário de Bordo” (assim como todos os cientistas fazem!).

Tanto os alunos do 7º quanto os alunos do 6º ano já estão navegando neste ambiente virtual!

Teleduc

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M & M’s e Evolução – 9os anos aprendem a pesquisar a adaptação de uma espécie ao seu meio

O que M&M’s têm a ver com evolução? Este é o material didático sugerido pelo Howard Hughes Medical Institute (HHMI) para ensinar alunos do Ensino Fundamental sobre como pesquisar a adaptação de uma espécie ao seu meio, e como elaborar experimentos, tabular dados, fazer previsões e construir gráficos que demonstrem a influência da entrada de uma espécie predadora em um ambiente.

Os os alunos do 9o ano, ao longo de 3 aulas neste 2.o bimestre, testam a adaptabilidade de uma espécie de “ostras”, o Clamys sweetus tipo M e tipo R, para ver qual está mais apta a sobreviver quando um novo predador é introduzido. Testam a dureza da “concha”, a competitividade entre as duas espécies e a adequação das cores (mimetismo). Aprendem a discutir o que é controle, variável dependente e variável independente. Finalmente, aprendem a elaborar um novo teste baseado no que viram, para medir as chances desta espécie se adaptar se  uma nova mudança ocorrer no meio.

Esta aula foi trazida de um congresso de ensino de ciências pela Profa. Cristiana, coordenadora do curso, o NSTA (National Science Teachers Association) e adaptada para ser incorporada no laboratório de biologia. Os alunos estão fazendo a pesquisa com muito entusiasmo. Mas existe um aviso importante: Não podem comer as ostras! Senão elas entrariam em extinção antes mesmo da pesquisa começar!

Testando a dureza da concha

Testando a dureza da concha

Organizando a tabela de testes.

Organizando a tabela de testes.

Tabela organizada

Tabela organizada

Testando a dureza da "concha".

Testando a dureza da "concha".

Anotando resultados.

Anotando resultados.

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Alunos vestem o papel de cientista

Este ano o Laboratório de Ciências e Biologia traz novidades. Trabalhando como verdadeiros cientistas os alunos assumem responsabilidades individuais dentro do grupo através de diferentes papeis. Também estão tomando cuidados de segurança usando aventais fornecidos pelo Colégio, além de medidas como  prender o cabelo e cuidados com o manuseio  dos equipamentos. A idéia é vivenciar a metodologia científica como pesquisadores. Veja algumas fotos de uma aula de microscopia de 8.a série.

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Cientistas criam RNA auto-duplicante chegando mais perto de entender a origem da vida na Terra

Molécula de RNACientistas do Scripps Research Institute conseguiram criar um RNA auto-duplicante. Segundo os cientistas, o RNA tem propriedades enzimáticas, e dois cientistas criaram duas moléculas não só capazes de copiar uma à outra por tempo indefinido (enquanto houver nucleotídeos), como essas moléculas seguiram uma evolução Darwiniana, sofrendo mutações e aumentando o número de moléculas mais adaptadas ao meio. Ainda não é um experimento que comprove como a vida se iniciou na Terra, mas é um passo a mais para entender o mecanismo envolvido. Para ver a notícia completa, clique aqui. Este trabalho foi publicado na Science Express, versão mais rápida da revista Science.

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Palestra de Biotecnologia – vagas limitadas!

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A Biotecnologia é um tema que vem gerando muita cobertura na mídia, e muita polêmica no meio político. Decisões importantes estão sendo tomadas para a elaboração e aprovação de leis a respeito de biossegurança, células tronco, transgênicos, etc.

Para saber mais sobre Biotecnologia e suas linhas de pesquisa, e discutir sobre mitos e verdades em relação ao que está sendo publicado, venha assistir a palestra da jornalista científica Ruth Bellenghini, especializada na divulgação científica com cursos em Harvard e MIT, ex-aluna do Band. Ela mostrará de maneira descontraída conceitos hoje muito divulgados, mas pouco explicados.

A palestra será para os 100 primeiros inscritos na A31, dia 23/09,  das 16h às 17h. Inscrições serão no Departamento Cultural, a partir do dia 22/09, 9h30min. Esta palestra também será transmitida via webcast (www.colband.com.br/webcast).  Quem assistir de casa pode enviar perguntas via a ferramenta “mensagens”.

Não perca esta oportunidade. Você vai se surpreender de ver o quanto a Biotecnologia já faz parte da sua vida!

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