Alunos do 8º ano do Band reconhecem o excesso de açúcar presente em bebidas

Você já pensou quanto açúcar você está consumindo quando bebe um refrigerante ou suco?

Consegue imaginar como é carregar 100 g de açúcar branco na mão?

Nos últimos anos, numerosos estudos têm sido realizados para descobrir as causas da obesidade infanto-juvenil. A maioria destes estudos tem identificado os erros nos hábitos alimentares como sendo o principal fator responsável por causar obesidade nas crianças e adolescentes. Além disso, a falta de atividade física bem como outros fatores genéticos têm sido identificados como principais razões por trás do ganho de peso repentino em crianças. No caso da alimentação, é nítida a quantidade excessiva de açúcar consumida por pessoas nessa faixa etária. Conhecer a quantidade de açúcar em diferentes alimentos contribui para o controle da obesidade.

Ao participar do National Science Teachers Association (NSTA) National Conference em San Antonio, a professora de ciências Mariana Lorenzin teve a oportunidade de vivenciar uma atividade promovida pelo FDA (Federal Drug Administration) justamente para educar as pessoas sobre a quantidade escondida de açúcar que consumimos quando bebemos sucos, refrigerantes, milkshakes, entre outras bebidas populares. Esta experiência gerou uma ideia para a aula prática ao ser compartilhada com os professores Lúcia e Waldir, da equipe de Ciências e a equipe técnica do Laboratório de Biologia, Bernardo e Milton.

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O objetivo desta aula foi conhecermos a quantidade de açúcar presente em diferentes bebidas consumidas frequentemente pelos adolescentes. Para provocarmos a reflexão, iniciamos com as questões:

Quais fatores você acredita que estejam relacionados à obesidade infanto-juvenil?

Bebidas e líquidos contribuem para o aumento da ingestão de calorias em nossa dieta?

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Cada grupo recebeu um kit contendo um conjunto de bebidas, rótulos de bebidas e sacos plásticos contendo diferentes quantidades de açúcar. Foi solicitado que eles relacionassem os saquinhos contendo açúcar com as imagens das bebidas.

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Dessa forma, os alunos levantaram hipóteses a respeito da quantidade de açúcar presente em cada bebida.

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Além disso, os grupos receberam as informações nutricionais impressas e deveriam relacioná-las com cada bebida.

É incrível observar a quantidade de açúcar presente em diferentes bebidas. Por exemplo, uma Coca-Cola de 600 ml possui 32g de açúcar. Já um milk shake de 500 ml possui 109g de açúcar comum!

Por meio dessa prática, os alunos puderam perceber que ingerimos muito mais açúcar do que nos damos conta. Dessa forma, fica mais fácil fazer escolhas saudáveis para a alimentação.

Além dessa prática, os alunos puderam observar também que uma lata de refrigerante com açúcar afunda mais na água do que uma lata com refrigerante “zero”, comprovando de uma forma fácil de observar que existe uma grande quantidade de açúcar presente, a ponto de afetar a densidade da bebida!

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Quem sabe agora fazemos escolhas melhores na hora da sede!

 

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M & M’s e Evolução – 9os anos aprendem a pesquisar a adaptação de uma espécie ao seu meio

O que M&M’s têm a ver com evolução? Este é o material didático sugerido pelo Howard Hughes Medical Institute (HHMI) para ensinar alunos do Ensino Fundamental sobre como pesquisar a adaptação de uma espécie ao seu meio, e como elaborar experimentos, tabular dados, fazer previsões e construir gráficos que demonstrem a influência da entrada de uma espécie predadora em um ambiente.

Os os alunos do 9o ano, ao longo de 3 aulas neste 2.o bimestre, testam a adaptabilidade de uma espécie de “ostras”, o Clamys sweetus tipo M e tipo R, para ver qual está mais apta a sobreviver quando um novo predador é introduzido. Testam a dureza da “concha”, a competitividade entre as duas espécies e a adequação das cores (mimetismo). Aprendem a discutir o que é controle, variável dependente e variável independente. Finalmente, aprendem a elaborar um novo teste baseado no que viram, para medir as chances desta espécie se adaptar se  uma nova mudança ocorrer no meio.

Esta aula foi trazida de um congresso de ensino de ciências pela Profa. Cristiana, coordenadora do curso, o NSTA (National Science Teachers Association) e adaptada para ser incorporada no laboratório de biologia. Os alunos estão fazendo a pesquisa com muito entusiasmo. Mas existe um aviso importante: Não podem comer as ostras! Senão elas entrariam em extinção antes mesmo da pesquisa começar!

Testando a dureza da concha

Testando a dureza da concha

Organizando a tabela de testes.

Organizando a tabela de testes.

Tabela organizada

Tabela organizada

Testando a dureza da "concha".

Testando a dureza da "concha".

Anotando resultados.

Anotando resultados.

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