Veja estes tomates, conheça sua história

Por Caio Meneses

A Feira de Ciências e Tecnologia se destaca por seu altíssimo nível em termos de qualidade dos projetos apresentados. Para alcançar tal nível de excelência, os grupos precisam de muito trabalho duro durante todo o ano. Cada projeto é cuidadosamente elaborado de forma que este possa ser iniciado o mais rápido possível e ainda tenha tempo suficiente para ser plenamente desenvolvido apesar de erros e atrasos.

Isso é o que aconteceria em um grupo ideal. Entretanto, o projeto sobre o qual falarei neste texto foge um pouco desse padrão. As diferenças deste grupo em relação aos demais começam no seu processo de criação (chamo de processo, pois não foi simples nem rápido). Até a formação do grupo ser a atual, os integrantes passaram por intensas reviravoltas. Enfim, ele estava oficialmente formado.

Logo após a composição, as primeiras semanas foram dedicadas à decisão do tema, que variou radicalmente e sofreu diversas mudanças, substituições e discussões até a decisão final: recuperação de solos utilizando o zeólito.

O zeólito é um mineral com grande potencial para ser usado na agricultura para recuperar solos degradados. O problema é que este é um tema complexo, que envolve experiências nunca realizadas antes e manipulação de organismos vivos (plantas). O experimento consistiu em germinar sementes de tomates e submetê-las a três diferentes tratamentos: solo inerte (solo a ser recuperado), solo inerte com zeólito e solo inerte com vermiculita (mineral que desempenha a mesma função do zeólito). Entretanto, o único problema é que o crescimento e desenvolvimento de plantas depende de fatores externos como a temperatura e umidade do ar. Por fim, após vários erros e tentativas, os resultados esperados começaram a aparecer.

Na reta final, começaram a investir na apresentação e estratégias de divulgação. Como inovação foi a marca do grupo durante todo o trabalho, eles desenvolveram um aplicativo no qual é possível obter novas informações sobre o trabalho, que está disponível gratuitamente através de QR Codes espalhados pelo Colégio, no dia da Feira, e pelo link: http://app.vc/zeolito

Feira se inicia com visita do prefeito de São Paulo

Por Beatriz Langella

A Feira de Ciências e Tecnologias do Colégio Bandeirantes está acontecendo hoje, dia 18 de outubro, e contou logo cedo com a presença do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Como todo bom pai, o prefeito veio acompanhar e prestigiar a filha que está participando do evento.

Haddad conversa com alunos do Band durante a Feira.

Haddad conversa com alunos do Band durante a Feira.

Haddad comentou sobre a importância do empreendedorismo atrelado a sustentabilidade nos dias de hoje, tema da Feira. Para ele, atualmente todo o desenvolvimento econômico é baseado na criatividade, fundamental, por exemplo, para a criação de projetos sustentáveis. “A ciência incorpora valores que nem sempre estiveram na agenda científica, como a garantia do bem estar da população”, explicou o prefeito Haddad.

Um grupo de alunos, composto pelos alunos da 2.a série do Ensino Médio Cristóbal Sciutto, Fernando de Moraes, Gabriel Yshay, Guilherme Lacks, Isabela Baptista, Matheus Boger e Rafael Szair, orientados pela professora Vanderiza Rodrigues,  mostrou o game educativo QuiMundo para o prefeito.

O grupo de alunos da 2.a série do Ensino Médio, composto por Cristóbal Sciutto, Fernando de Moraes, Gabriel Yshay, Guilherme Lacks, Isabela Baptista, Matheus Boger e Rafael Szair, orientados pela professora Vanderiza Rodrigues, apresentaram o game educativo QuiMundo para o prefeito.

O prefeito ressaltou ainda a importância da educação para o incentivo ao interesse científico que deve começar desde cedo. Exemplificou que esse incentivo pode ser representado pelo primeiro prêmio FIELDS, conhecido como o Nobel da Matemática, conquistado por um brasileiro e pela realização da primeira Virada Científica em São Paulo no dia 11 de outubro de 2014.

Alunos do Idade Mídia e Open City cobrem Feira de Ciências

Para contribuir ainda mais para o sucesso desse sábado (18), a Feira de Ciências e Tecnologia de 2014 contará com a cobertura jornalística e fotográfica pelos alunos dos projetos Idade Mídia e Open City.

Empreendedorismo, inovação e criatividade não assinalam somente a Feira de Ciências desse ano. Com o projeto final já quase concluído, os alunos do Idade Mídia – um curso opcional que oferece diferentes habilidades na área de Comunicação – mostraram-se altamente habilidosos na produção de um curta-metragem ficcional, que pede sobretudo criatividade durante o projeto e espírito empreendedor para seu lançamento.

Empreendedorismo é também palavra-chave do Open City. Esse curso igualmente opcional permite aos alunos não só reflexões acerca de supostas melhorias para a cidade em que vivem, mas como a busca por soluções. Com o projeto também chegando ao final, os alunos se revelaram criativos e, principalmente, grandes inovadores.

Plenamente capazes e altamente eficazes, não há dúvida quanto ao sucesso da cobertura, que contará com dois alunos do Band já formados, ex-Idade Mídia e estudantes de Jornalismo, auxiliando-os na edição dos textos. Por isso, não deixe de acompanhar o evento pelo nosso blog.

Alunos criam game educativo de Química

Um grupo de alunos, composto pelos alunos da 2.a série do Ensino Médio Cristóbal Sciutto, Fernando de Moraes, Gabriel Yshay, Guilherme Lacks, Isabela Baptista, Matheus Boger e Rafael Szair, participará da Feira de Ciências deste ano com um projeto de análise da eficácia dos games na sala de aula.

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Para isso, o grupo criou uma proposta de jogo relacionado a Química.  O projeto consiste em um jogo de RPG que instiga os alunos sobre conceitos básicos da disciplina. Eles acreditam que o conhecimento, quando aliado aos jogos, é “gravado mais facilmente e dificilmente esquecido”.

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A professora Vanderiza Rodrigues, que orientou o grupo junto da monitora Lígia Bozzi, afirma ser muito importante que o desejo de mudar os métodos do ensino surja dos próprios alunos.

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A impressora 3D auxiliou na produção dos personagens e ferramentas do jogo. Os estudantes dizem ter aprendido muito por meio de tutoriais e vídeos na internet. O aluno Matheus Boger acredita que os games são uma ótima forma para fixar alguns conhecimentos e afirma que muito do que aprendeu em Inglês, por exemplo, foi por meio de games.

Feira de Ciências acontece no sábado

Já pensou na fusão de empreendedorismo e Ciência? A Feira de Ciências e Tecnologia de 2014, cujo tema é Ciência e Empreendedorismo, irá mostrar essa união.

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Para isso, no início do ano, os professores assistiram a palestras com o Diretor de Operações do Colégio Eduardo Tambor e com o Diretor Acadêmico da Faculdade BandTec, Maurício Pimentel. Naquele momento, foram apresentadas discussões sobre o tema do empreendedorismo além de uma oficina de projetos da BandTec, que se tornou um parceira da Feira.

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Durante o ano, os grupos de estudantes tiveram que, primeiramente, definir o que é empreendedorismo. Depois disso, procurar exemplos de pessoas e projetos empreendedores, aprofundar-se em um tema, planejar e finalmente o mais importante: executar o trabalho.

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“O conceito de empreendedorismo na nossa área consiste em se apropriar de um conhecimento científico para tentar solucionar uma necessidade real da sociedade”, explicou Ricardo Almeida, um dos coordenadores da Feira.

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A Feira contou com o apoio da Poli Endeavour, grupo de empreendedorismo da Escola Politécnica da USP. Devido à parceria, os alunos puderam conversar com diversos empreendedores sobre suas experiências e projetos futuros. Entre eles, André Insardi, CEO da Meia Bandeirada, Flavio Pripas, da Bitinvest, entre outros.

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Não deixe de conferir a Feira de Ciências que acontecerá dia 18, sábado, das 13 às 17h, no Ginásio do Colégio.  A cobertura da Feira de Ciências será realizada pelos alunos do Idade Mídia e Open City neste blog.

Você conhece a Reciclagem Eletrônica?

Para participar da Feira de Ciências 2014 cujo tema é Ciência e Empreendedorismo, o grupo de alunos da 2.a série composto por Beatriz Motta, Cristina Liu, Miwa Nakagomi, Léo Franzini e Gabriel Saruhashi, e orientado pelo professor de Laboratório de Física Renato Villar, optou pelo tema da Reciclagem Eletrônica.

O objetivo é a reutilização de materiais como cobre e o ouro por meio da reciclagem de circuito impresso, ou seja, das placas nas quais estão fixados os componentes, presentes em praticamente todos os aparelhos eletrônicos. 

Nesses circuitos, além de metais valorizados, há também materiais poluentes, se descartados de maneira incorreta. Por isso, o grupo está coletando aparelhos eletrônicos que não servem mais para uso (como celulares, CPUs e  monitores quebrado) em dois pontos no pátio do Band. A partir desta coleta, os alunos poderão iniciar o projeto de reutilização do material reciclado, obtido por meio de um processo físico-químico.

Portanto, se você não sabe o que fazer com os eletrônicos quebrados ou usados, traga-os para o Colégio e deixe-os em qualquer um dos pontos de coleta!

Professores no NSTA e MIT

Os coordenadores Cristiana Mattos (Ciências), Marly Machado (Laboratório de Física), José Ricardo de Almeida (Química), Márcia Abdo (Geografia) e o professor Waldir Hernandes (Biologia) participaram do Congresso NSTA (National Science Teachers Association), que, este ano, ocorreu em Boston, Estados Unidos. Para os professores, O NSTA, que é anual, serve de inspiração para a criação de novos projetos além do aperfeiçoamento da visão e da prática no ensino de Ciências.

O principal foco dos professores na escolha das palestras foi participar daquelas com assuntos relacionados ao tema da Feira de Ciências deste ano que é “Ciência e Empreendorismo”. Além disso, participaram de palestras da área de Engenharia porque o foco é próximo da questão do  empreendorismo.

A viagem, proporcionada pelo Band, contou também com uma visita ao consultor do Colégio Leo Burd, pesquisador do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Na sede do Media Lab, os professores puderam visitar diversos projetos que tem como base o conceito de ‘Maker Space’ (Espaço de Criação). “É um lugar que fervilha a troca de cultura, que é a ideia central do conceito de ‘Maker Space’”, comentou a coordenadora Cristiana.

“Foi uma viagem estratégica devido ao grupo de coordenadores e professores que participou. Além da mudança cultural por conta da vivência, é possível ter uma noção do que envolve esta visão de espaços inovadores e também desta proposta do aluno praticar as tão faladas habilidades do século XXI”, explica.