Conhecimento, técnica e solidariedade para salvar vidas

 

 

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Como parte da proposta da disciplina de Ciências, os alunos dos 8os anos e CP1 participaram, com a consultoria da equipe da empresa Dynsei, de um treinamento de Primeiros Socorros, a fim de aprenderem os cuidados imediatos, em situações de emergência, que devem ser realizados a pessoas feridas.

Esse trabalho é desenvolvido levando-se em conta o elevado número de mortes e as sequelas que ocorrem devido à falta de atendimento pré-hospitalar adequado, com a finalidade de preservar a vida, promover a recuperação da vítima ou evitar que o caso piore.

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Durante o curso, que incluiu aula expositiva dialogada, análise de casos, simulações de acidentes e de prestação de socorros, além da prática da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e do uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA) em caso de parada cardíaca, os alunos aprenderam procedimentos importantes e imediatos que devem ser realizados quando uma pessoa tem risco de morte, a fim de manter suas funções vitais e reduzir os agravos de um acidente até que a vítima possa receber atendimento de emergência adequado.

Quando corretamente executados, procedimentos simples são capazes de salvar vidas!!!!!

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Para os professores dos 8os. anos Lúcia, Lívia, Mariana, Meire e Waldir o treinamento de Primeiros Socorros, além de finalizar o curso de Ciências dessa série aplicando os conceitos discutidos durante o ano todo, ainda permite trabalhar com valores importantes, como a solidariedade e a empatia.

“Nunca se sabe quando poderemos precisar. Mesmo achando que não teremos coragem ou habilidade para aplicar as técnicas de Primeiros Socorros não devemos deixar de aprendê-las. Muitas vezes, espírito de solidariedade, apenas, não basta. É preciso que nós utilizemos as técnicas que nos permitem prestar um socorro rápido, preciso e eficiente, auxiliando pessoas que encontram-se, naquele momento totalmente dependentes do auxílio de terceiros”, explica a profa. Lúcia.

Os alunos aprovados no curso recebem a carteira de Socorrista Mirim, certificada pela American Heart Association, com validade de 02 anos, e todos nós podemos contar com mais uma equipe jovem a favor da vida!!!!

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Feira de Ciências traz projetos de Engenharia e Inovação

No dia 17 de outubro de 2015 ocorreu a 9.a edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Colégio Bandeirantes, que contou com a presença de cerca de 900 pessoas. O tema deste ano foi “Engenharia e Inovação: o futuro que queremos construir”.

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Mais de 280 alunos participaram, sendo 176 do Ensinos Fundamental e 105 Ensino Médio. Foram 50 grupos que criaram e apresentaram suas pesquisas no evento. Este ano, o projeto de um dos grupos foi destinado à elaboração de um vídeo, com o intuito de documentar o trabalho desenvolvido pelos alunos, professores e coordenadores ao longo do ano.

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A Feira de Ciências é uma atividade extracurricular que proporciona ao aluno o primeiro contato com pesquisas científicas. Sob orientação de um professor e o acompanhamento de monitores, os grupos de alunos se reuniram semanalmente para realizar pesquisas e elaborar seus protótipos. Também foi preparado um relatório de acordo com o método científico, que foi avaliado pelos jurados.

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A escolha do vencedor consistiu na avaliação de jurados externos e também pelo público, que votou dando notas aos grupos.Os projetos, relatórios e apresentações foram avaliados por um total de 27 jurados, sendo que cada um avaliou de um a dois grupos. Dessa forma, cada grupo contou com três avaliadores.

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A avaliação dos 16 grupos do Ensino Médio foi realizada por professores das universidades USP, UNIFESP, FGV, Metodista, Mauá, Insper, Einstein – Medicina e Bandtec, e também por profissionais de diversas áreas, do British Council, da MATEC Engenharia e da Miracema-Nuodex.

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Este ano, ainda, o aluno formado em 2014, Dimitri Scripnic, atual estudante do ITA, apresentou, junto com um grupo de estudantes do ITA, seu projeto “ITA Rocket Design”. Foi um momento marcante, estes alunos compartilharem suas experiências durante este ano com o público em geral.

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A novidade deste ano foi a empresa UCAM, que juntamente com alunos do Idade Mídia e o grupo destinado à confecção do vídeo, apresentaram a transmissão de áudio e vídeo do evento ao vivo.

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Eles utilizaram uma câmera móvel, que possibilitou uma maior mobilidade e interação entre participantes da Feira, visitantes e repórteres, por meio de entrevistas e chamadas ao vivo.

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Modelo da ONU acontece em paralelo à Feira

IMG_0714Hoje, juntamente com a Feira Ciências, está ocorrendo a 30° simulação do MONUEM (Modelo da Organização das Nações Unidas para o Ensino Médio), que completa 15 anos.
Desta vez, o tema escolhido foi  “ comitê contra terrorismo com ênfase no estado islâmico e no Boko Haram “. Esta discussão tem o propósito de mostrar aos estudantes as situações que ocorrem diariamente no mundo e também dar a oportunidade a eles de ser diplomata por um dia.
A discussão está ocorrendo desde as 10 horas da manhã e vai até as 17 horas. Durante a discussão, os alunos fazem discursos e propostas para solucionar o problema da melhor maneira possível, sendo elas medidas de combate e prevenção do avanço do terrorismo no mundo. Assim, no final do dia, os participantes devem fazer um documento de resolução que garanta a harmonia entre os países e que nenhum deles seja prejudicado.

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Normalmente essas simulações ocorrem entre os alunos da 1.a série, com a orientação da professora Regina Mara e Marina Consolmagno, além de ter alguns participantes da 2.a e 3.a série. Nesta simulação, os alunos Leonardo Racy ( 2.a série) e Natalie Koutny ( 3.a série) participam como a mesa diretora que coordena a discussão.

Por Natalie Koutny

 

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Sensor de Chuva

Os alunos Vinicius Nakagawa, Victor Ridolpho, Alfredo Acerbi, Marina Belli e Guilherme Marquez, da 2.a série, estão com um projeto para criar uma casa inteligente.IMG_0690

Baseado no sistema de para-brisa instalado em carros, o grupo criou um projeto para que a casa inteligente feche suas janelas e armazene água para ser reutilizada assim que detectar chuva. Para isso eles utilizam um sistema baseado em refração e reflexão de luz.

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O armazenamento de água seria feito com o telhado “abrindo” e permitindo que a água caísse em um recipiente em cima da casa.

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O grupo que já tem alguns veteranos de Feira espera agradar o público com o seu projeto desenvolvido com a ajuda do professor Carlos Mariz.

Por Bianca Rickheim

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Conheça Otto Rohr, jurado da Feira

Um dos jurados especialistas já é de casa quando o assunto é a Feira de Ciência e Tecnologia do Bandeirantes. A participação de Otto Rohr, iniciou quando a sua empresa se envolveu em um dos trabalhos apresentados em uma das primeiras Feiras do Colégio.Desde então, ele é convidado todos os anos para ser jurado.

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Para ele fazer parte de tudo isso é sempre um grande prazer e uma satisfação. Sua preparação começa quando, antes do grande dia, recebe um email com um resumo das experiências que irá avaliar.

Durante a feira procura fazer muitas perguntas e adora ouvir as respostas e explicações dos alunos. “O nível do Colégio e das apresentações é muito alto. Os alunos estão sempre interessados e compreendem muito os assuntos apresentados”. E para nós do Colégio, também é sempre um prazer recebê-lo.

Por Isadora Fernandes

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Cada bituca no chão, um tiro no peito da terra

As alunas do 6.o ano estão criando um projeto para a conscientização o público da Feira. O projeto das meninas Rafaella Mizutori, Emily Matsuyama, Giovanna Gatto, Elisa Su, Sumin Ko e Ayumi Aihara inspirado no trabalho de um ex-aluno do Colégio, que consiste em utilizar as bitucas de cigarro para criar adubo. Nas experiências das meninas, as plantas sempre cresciam mais saudáveis quando estavam adubadas com as bitucas.
Em sua primeira participação na Feira de ciências o grupo espera conscientizar o máximo de pessoas o possível para melhor a qualidade da cidade.

Por Bianca Rickheim

 

 

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Band Sustentável

As alunas Isadora Nogueira, Isadora Pochini, Marcela Borba e Gabriela Higutchi, do 6.o ano, desenvolveram um projeto para transformar o Colégio Bandeirantes em uma escola mais sustentável. A ideia do grupo é implantar sistemas com fontes renováveis, utilizando, por exemplo, paineis solares para a captação de energia e dar um destino adequado para todo o lixo descartado dentro das dependências do colégio. O plano não se limita apenas ao Band e é planejado de forma que possa ser implantado nos arredores. A ideia surgiu ao ver a crise hídrica paulista e a crise energética brasileira, que precisam ser contornadas de formas baratas e que não agridam o meio ambiente. Assim, com o projeto do grupo, seria possível continuar utilizando energia e água sem sobrecarregar os sistemas de abastecimentos governamentais, evitando que tais recursos fiquem em falta na região.

IMG_0685Por Cássio Tales

 

 

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Curso de Socorrista Aprendiz: 10 anos colocando os jovens em ação pela vida

Sofrer uma contusão durante o jogo. Queimar o braço enquanto cozinha. Engasgar com um pedaço de pão. Essas situações podem ocorrer com qualquer um de nós.

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Há 10 anos a Disciplina de Ciências desafia os alunos dos 8.os anos a estudarem essas e outras situações e discutirem estratégias que podem salvar vidas ou diminuir sequelas deixadas pela falta de atendimento adequado.

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Esse trabalho faz parte das atividades da Disciplina de Ciências, que tem a coordenação da Professora Cristiana e conta com os professores Lúcia, Mariana e Waldir. O curso de Socorrista Aprendiz é desenvolvido pelo Centro Ortopratika de Ensino e Pesquisa em Emergências Médicas, treinando os alunos dos 8.os anos em 4 momentos distintos.

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No primeiro deles, um especialista em salvamento realiza uma palestra nas salas de aula, durante a qual são analisadas situações reais de acidentes e as possíveis medidas a serem tomadas até a chegada do salvamento especializado. Sobre essa atividade, a professora Lúcia comenta: “Os alunos são orientados a refletirem sobre a importância das medidas de Primeiros Socorros, que devem ser prestadas rapidamente a uma pessoa, vítima de acidente ou de mal súbito, com o objetivo de manter suas funções vitais e evitar o agravamento das lesões. Qualquer pessoa treinada pode prestar os Primeiros Socorros até a chegada de assistência qualificada”.

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No segundo momento, os alunos são recebidos na quadra de esportes por um capitão do corpo de bombeiros. O capitão simula um acidente e os alunos são desafiados a prestarem os primeiros socorros. Nessa atividade, um dos alunos assume o papel de vítima e os demais são os socorristas.

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Para isso, os alunos utilizam diversos equipamentos, tais como talas e ataduras, suportes para o pescoço e para a cabeça, além de uma maca, usada para a imobilização e o transporte de vítimas de traumas. “As situações-problema criadas durante a atividade permitem um envolvimento muito grande dos alunos. Eles se empenham na prestação de socorro de forma segura e rápida”, comenta o professor Waldir.

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No terceiro momento, os alunos participam de aula prática, realizada por um dos profissionais em primeiros socorros, nos laboratórios do Colégio. A professora Mariana esclarece: “O trabalho de socorro organizado em equipe é fundamental em uma situação de emergência para a preservação da saúde do socorrista e também para não agravar a situação da vítima. Assim, o trabalho no laboratório possibilita o desenvolvimento de habilidades como o planejamento do socorro, a divisão de tarefas, a aplicação do conhecimento e a prática de técnicas fundamentais para garantir a integridade de todos os envolvidos em situações inesperadas em nosso dia a dia.”

No quarto e último momento, ocorre o treinamento na sede da Ortopratika. Essa atividade possui 4 horas de duração, os alunos praticam a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) em caso de parada cardíaca, com uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA). Os alunos aprovados nesse curso recebem a carteia de Socorrista Mirim, certificada pela American Heart Association, com validade de 2 anos.

De acordo com a Coordenadora Cristiana, “O curso Socorrista Aprendiz”, trouxe uma dimensão de aplicação prática autêntica para os nossos alunos. Não só eles aplicam o conteúdo visto durante o ano, mas já ficam preparados para ajudar a socorrer alguém em caso de necessidade. É uma parceria excepcional, uma educação significativa com o olhar social.

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Feira de Ciências 2014

Fotos por Juliana Mileo

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São Paulo em duas rodas

Junto com a crescente onda do uso das bicicletas em São Paulo, dois grupos nesta edição da Feira de Ciências deram maior destaque ao meio de transporte de bicicleta. Em uma sala do bloco D, dois projetos, um que propõe transformar o esforço físico em energia elétrica e outro que visa a mobilidade urbana.

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Em um lado da sala o slogan “Transforma Gordura em Energia” e na frente uma bicicleta era o atrativo do grupo constituído pelos alunos Gustavo Rossi, Rafael Borges, Lucca Kuriki e Lucas Kobayashi, orientados pela professora Ana Cristina Camargo. “Basicamente é uma bicicleta que transforma energia dos seu músculos ou da sua gordurinha né [risos] em energia elétrica”, brincou um dos integrantes da equipe. “Então se você estiver pedalando já vai carregar seu celular”, completou.

Bicicleta em que acontece o recarga da bateria de celular

Bicicleta em que acontece o recarga da bateria de celular

O tema da Feira de Ciências deste ano é “Ciência e Empreendedorismo”. Pensando no lado empreendedor, o grupo observou que atualmente está em crescimento tanto a preocupação com a energia, quanto a obesidade das crianças, consideradas da “geração tecnologia”.  Uma vez que as novas gerações estão sempre freneticamente mexendo nos tablets, celulares e tecnologias, o protótipo foi produzido este público.  “Com este funcionamento da bicileta, eles serão mais motivados a andar de bicicleta, justamente para carregar o aparelho”, o grupo conto.

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Se seguirmos os inúmeros cartazes, colados nas paredes de tijolinhos no Band, escritos com letras maiúsculas “CUBO”, chegaremos a um grupo de meninas com blusa rosas. Movida pela curiosidade descobri que o Cubo é, na verdade, um triciclo elétrico que se transforma em uma maleta. A ideia de desenvolver uma “bicicleta maleta” surgiu pensando em agilizar a ida de casa até o transporte público, na dificuldade de se locomover com uma bicicleta normal no metro e na maior praticidade que este formato traria.

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O “Cubo” que pesa em média 20kg e pode ser carregado como uma mochila de rodinhas.

Em um mural, a equipe montou uma dinâmica explicação do modelo de negócio, mostrando a visão do empreendedor (o que é o projeto? quanto custa? quando fará? quem colocará em prática? como?) e a visão do cliente (as dúvida frequentes, os problemas). Para chegar as respostas o grupo fez inúmeras pesquisas no metrô, enquetes no Facebook e etc, chegando a conclusão de que o projeto do grupo das alunas  da 2.a série do Ensino Médio Aline Gouveia, Flávia Morandi, Giovanna Guerrero, Marina Moranduzzo e Naomi Mendes é viável.

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