Manejo de animais silvestres no Band

Com a presença de animais silvestres, os alunos do 7.o ano do Ensino Fundamental puderam vivenciar, de forma totalmente prática, o que aprenderam em sala de aula. A atividade aconteceu junto às professoras de Ciências Carolina Oreb, Lívia Dorice e Jéssica Dias,  e em parceria com o Projeto Herpetus – baseado em cursos de manejo de animais.

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Durante o ano, os alunos do 7.o ano se aventuraram pelo mundo da biodiversidade. Assim, para a atividade, os profissionais do Projeto Herpetus trouxeram para o Band representantes das cinco classes do reino animal: jibóia, tucano, sapo, porquinho da índia e lagarto. Houve um bate-papo interativo com os alunos a respeito de cada um dos bichos e, depois, a parte mais divertida: aprender como maneja-los.

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Aproximando-se da realidade dos animais, os alunos se sensibilizaram pela importância da preservação da natureza, do respeito com todos os seres vivos e a relevância de cada espécie em seu habitat. “É importante que eles reconheçam os outros animais no equilíbrio do planeta”, comentou a professora Carolina.

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“O contato direto com os animais e a explicação interativa que eles fizeram ajudaram muito para aprender de uma forma muito mais legal do que em uma aula teórica”, contou João Pedro Eletério, aluno do 7.o ano do Ensino Fundamental.

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Voando nos conceitos da Ciência

Com uma experiência real de voo, alunos do 6.o ano do Ensino Fundamental foram ao Ifly São Paulo para aprender na prática e com muita diversão sobre conceitos da sala de aula. Os cerca de 60 estudantes foram acompanhados pelas professoras de Ciências, Jéssica Dias, Mariana Lorenzin, Lívia Dorice e pelos estagiários, Henrique Pereira e Luísa Rodrigues.

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A visita ao Ifly, espaço que simula condições reais de queda livre em um túnel de vento vertical, dialoga diretamente com os conhecimentos vistos durante o 4.o bimestre pelos alunos do 6.o ano como, por exemplo, o de massa, volume e empuxo. “Eles vivenciaram como os conceitos que aprenderam acontece na prática”, comentou a professora Jéssica.

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Os alunos puderam experimentar também a sensação de um voo de paraquedas e aprenderam como as propriedades do ar devem ser levadas em conta para voar com sucesso. Além disso, também houve uma aula de STEM (Science, Technology, Engeneering and Maths) onde os alunos realizaram experimentos de paraquedismo a partir da metodologia PBL (Problems Based Learning), na qual um problema é exposto e os estudantes devem resolve-lo.

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“Eles se divertiram muito, é uma experiência totalmente nova na qual o conhecimento está atrelado à diversão”, contou a professora Mariana.

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As alunas do 6.o ano do Ensino Fundamental, Sofia Jayanthi e Beatriz Mayumi, garantem que a parte mais divertida foi experimentar o paraquedismo, mas não esquecem do que aprenderam por lá. “Estava muito animada para voar. Gostei de aprender sobre a estrutura do lugar que, com turbinas, permite que tudo aconteça”, contou Sofia.

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Primeiros socorros em foco

Aprendendo a ajudar o próximo e absorvendo o conteúdo das aulas de forma prática, alunos do 8.o ano do Ensino Fundamental participaram de curso de primeiros socorros. Os alunos foram acompanhados pelos professores de Ciências Mariana Lorenzin, Waldir Hernandes, Lívia Dorice e Lúcia Soares e pela empresa Dynsei que trouxe para o Colégio os equipamentos e profissionais necessários para o curso.

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Os alunos, que durante o ano estudaram sobre o corpo humano, aprenderam em três etapas as práticas de primeiros socorros usadas mundialmente. Dessa forma, os conhecimentos da sala de aula foram do papel para a realidade, onde é possível salvar vidas.

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O primeiro momento contou uma conversa em que profissionais da área da saúde mostraram, a partir de exemplos do dia-a-dia dos alunos, a importância em se ter conhecimentos de primeiros socorros.

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Já no segundo encontro, foi apresentado aos estudantes, divididos em grupos, um caso no qual eles deveriam achar a solução. Para isso, foi simulado o atendimento à vítima realizando curativos e outros procedimentos.

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“O aluno se sente protagonista da ação, com a possibilidade de ajudar alguém. O curso reúne todo o conteúdo da sala de aula para salvar uma vida”, explica a professora Lúcia.

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A terceira etapa ocorreu num sábado onde, no ginásio, os alunos aprenderam a fazer massagem cardíaca, respiração boca a boca e a usar o desfibrilador. Uma avaliação ainda rendeu uma carteirinha da American Safety & Health Institute de socorrista aprendiz, válida por dois anos.

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“Achei muito legal. Se alguém passar mal, eu sei onde eu posso ajudar e se tenho que agir ou não. Quero ser médico então gostei muito”, contou o aluno Luís de Paula Eduardo, do 8.o ano do Ensino Fundamental.

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Tabela periódica digital: Arte e Ciências

Produzida tradicionalmente pelos alunos do 9.o ano do Ensino Fundamental, a tabela periódica artística desse ano ganhou, além do já conhecido mural na entrada do Colégio, uma versão digital. Criada para o curso de Ciências, a tabela conta com desenhos e poemas inspirados em cada elemento químico.

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Com a tabela disponível na internet, é possível enxergar de pertinho todos os desenhos e também conferir os poemas que, antes, não eram expostos para a leitura. Estabelecendo relações entre arte, poesia e Ciências, agora todos os alunos podem ter um acesso prático à essa divertida forma de enxergar a tabela periódica. “Com o site pude ter mais contato com alguns elementos que eu não conhecia além de poder ver todos os poemas produzidos”, contou a aluna Maria Luiza Lima.

Participaram do projeto os professores Renato Villar, de Física e STEAM, Elisabeth Pontes, de Química, Gabriel Steinicke, de Física e a Coordenadora de STEAM, Cristiana Mattos.

Como em todos os anos, os 118 elementos presentes na tabela foram divididos entre as turmas para que cada uma os estudasse detalhadamente. A partir das informações coletadas, foram criados o desenho e o poema. “Para a atividade, eles se apropriaram totalmente dos conceitos, propriedades e aplicações de cada elemento. Sem isso não seria possível fazer um desenho e um poema que dialogassem com cada átomo”, comentou o professor Renato Villar.

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Reflexão e aprendizado em visita ao Eataly e Edifício Malzoni

Os alunos do 7.o ano do Ensino Fundamental puderam refletir sobre consumo e a produção de alimentos em visita ao mercado e restaurante Eataly, e ao Edifício Pátio Victor Malzoni. Eles foram acompanhados por Catarine Nunes, do Departamento Cultural, e pelas professoras de Ciências Lívia Dorice, Jéssica Dias, Carolina Oreb e Mariana Lorenzin.

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Na primeira parte da visita, os alunos foram ao Eataly para aprender mais sobre a produção de alimentos. Lá, os alunos conheceram a padaria que abastece o mercado e os restaurantes, onde puderam produzir seus próprios pães e também aprender, na prática, o funcionamento de processos,] como o da fermentação, que já haviam sido estudados na escola.

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“É muito bom para o aluno poder acompanhar como alguns dos conteúdos da sala de aula se aplicam no dia-a- dia”, disse a Professora Lívia Dorice.

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Depois o grupo seguiu para o Edifício Pátio Victor Malzoni que, por adotar uma filosofia sustentável, possui um espaço destinado a reciclagem, compostagem e tratamento de água.

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Assim, os alunos tiveram a oportunidade de aprender mais sobre o que ocorre com os alimentos que vão para o lixo. “Houve uma reflexão sobre a forma como consumimos, o que ocorre com o que descartamos e como podemos reutilizar algo que parecia inútil”, explicou Lívia.

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“Achei muito legal a visita porque, no Eataly, vi vários produtos que não sabia nem que existiam e aprendemos sobre a fermentação. Vai ajudar bastante na hora de estudar pra prova e para a vida”, disse o aluno do 7.o ano Matteo Moreira.

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Alunos manuseiam animais e aprendem sobre preservação

Com o objetivo de conscientizar os alunos da importância de preservar todas as espécies de animais e proporcionar uma experiência única através do manuseio de animais silvestres, o Bandeirantes ofereceu aos alunos do 7o ano o projeto Herpetus.img_1086

O curso ministrado pelos biólogos Sandra Sakamoto e Thiago Angeli contou com a presença de cerca de 150 alunos, muitos acompanhados de seus pais. “ Na minha concepção, o mais importante desta vivência prática é o contato dos estudantes com a vasta biodiversidade do reino animal. ”, comentou a professora de Ciências, Carolina Oreb.

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“Os discentes se entusiasmaram muito com a possibilidade de, durante este fechamento, manejar animais nunca antes vistos, como a coruja. As perguntas feitas por eles foram extremamente interessantes e enriqueceram muito o desenrolar do curso. ”, pontuou Lívia Dorice, educadora do 7o ano.

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“O Herpetus foi uma oportunidade de os alunos deixarem o medo de lado e, consequentemente, começarem a confiar mais em si. Além disso, com certeza aprenderam a respeitar mais os animais silvestres e aprenderam muito sobre a importância destes animais nos ecossistemas. ”, finalizou a professora Maria Lúcia Gukovas.

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Experiência de aprendizado e diversão no iFly

Cerca de cento e quarenta alunos do sexto ano usufruíram de uma manhã repleta de aprendizado no iFly, um simulador de paraquedismo indoor. Tanto as professoras Mariana Lorenzin, Carolina Oreb e Jéssica Morais, quanto os estagiários, Gabriel Borgheti, Henrique Andrade e Lívia Dorice, se fizeram presentes na ocasião.

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“Durante todo quarto bimestre, os alunos estudaram as propriedades do ar. Eles se entusiasmaram muito com a possibilidade de colocar em prática, de uma forma extremamente lúdica, os conceitos abordados ”, comentou a professora, Mariana Lorenzin.

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ifly002Antes de vivenciarem a experiência de voar, todos os presentes foram introduzidos aos mecanismos de funcionamento do túnel que era utilizado para o voo. Além disso, ainda na parte introdutória da visita, relembraram alguns dos princípios indispensáveis para a flutuação.

Em seguida, os participantes realizaram um exercício laboratorial. A partir da montagem de um paraquedas, a atividade consistia na elaboração de hipóteses, variação de experimentos e analise de dados.

 

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Por fim, a parte prática encantou a todos. “Ambos os voos feitos foram uma aprendizagem contextualizada, pois é de extrema importância que os alunos entendam a aplicação dos conceitos estudados em sala de aula”, pontuou a professora.

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“Foi possível notar a satisfação de todos que lá estavam, pois puderam experienciar uma situação diretamente relacionada com a realidade que estão inseridos. Ademais, a visita ao iFly trouxe o tema tratado no bimestre a um entendimento mais tátil ”, finalizou Carolina Oreb.

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Alunos são premiados na FEBRACE

As duas equipes que representaram o Bandeirantes na FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) foram premiadas. Os projetos tiveram propostas tanto para a crise hídrica de São Paulo, quanto para o auxílio de deficientes visuais no reconhecimento de cores.

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Intitulado de “Estudo do concreto produzido com água de reuso de São Paulo: uma alternativa para a economia de água na construção civil”, o trabalho dos alunos Catarina Vallada, Enzo Profili e Guilherme Peres,da 3.a série, conquistou 3.o lugar na categoria Engenharia.

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A equipe foi orientada pelo professor de Geografia do Colégio, Pedro Coelho, e coorientada por Arthur Rupp, do Instituto Mauá de Tecnologia. O objetivo do projeto foi buscar uma solução sustentável para a crise hídrica dentro da Engenharia. A pesquisa foi realizada no ano passado para a Feira de Ciências do Band, na qual eles foram os 1.os colocados pelo júri técnico.

Para Guilherme, a interdisciplinaridade entre Ciências e Geografia- pela contextualização com a crise hídrica- e o caráter inovador da pesquisa foram fatores fundamentais para conquistar o lugar de destaque. “Acho que o fato de ter tido um alto embasamento científico foi essencial. Todos os nossos resultados foram justificados pelas nossas pesquisas, que seguiram uma rigorosa metodologia”, completou Enzo.

Já o projeto dos alunos Lucas Liberman, Pedro Takahaski e Rodrigo Koozo, orientado pelo professor de Física, Renato Villar e coorientado por Carlos Rafael Gimenes, da BandTec, ganhou o prêmio de Inovação em Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência.

A pesquisa realizada por eles foi intitulada de “Cromatoscopiofone: protótipo em Arduino para identificação de cores para deficiências visuais” e tinha como propósito auxiliar deficientes visuais no reconhecimento de cores através da emissão de sons a partir de cada espectro de cor.

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Band na FEBRACE

Este ano o Band será representado por 2 grupos de alunos na FEBRACE – Feira Brasileira de Ciências e Engenharia. O evento acontece todos os anos na Faculdade Politécnica da USP e tem como objetivo estimular novas vocações em estudantes através do desenvolvimento de projetos criativos e inovadores.

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Em 2015, 341 projetos foram selecionados como finalistas entre um grupo de mais de 2,2 mil trabalhos, submetidos diretamente pelos estudantes ou por meio das 125 escolas afiliadas. Estes escolhidos, além de apresentarem os trabalhos para um juri técnico formado para os professores da USP e alunos de pós graduação, ainda participam da votação popular. O grupo que conseguir a maior quantidade de votos na internet recebe uma premiação especial.

Dentre os selecionados para representar o Band na FEBRACE deste ano está o projeto “Cromatoscopiofone: protótipo em Arduino para identificação de cores para deficientes visuais”, desenvolvido pelos alunos Rodrigo Koozo Sakano Kamimura, Lucas Liberman Fernandes, Pedro Takahaski Fernandes, sob orientação dos professores Renato Pacheco Villar e Carlos Rafael Gimenes das Neves.

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Também faz parte do grupo de escolhidos como finalistas, o trabalho intitulado de “Estudo do concreto produzido com água de reúso de São Paulo: uma alternativa para a economia de água na construção civil”, projetado pelos estudantes, Catarina Maria Ferreira Alves Mattos Sarmento Vallada, Guilherme Menichelli Peres, Enzo Bastos Profili e orientado pelos professores Pedro Paulo Teixeira Coelho, Arthur Henrique Coppola Rupp.

Para saber mais sobre os trabalhos e ajudá-los na votação do júri popular, basta entrar no link dos projetos (aqui e aqui) e curtir via Facebook!

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Feira de Ciências e Tecnologia 2016 – Inscrições

Estão abertas as inscrições para a X Feira de Ciências e Tecnologia do Colégio Bandeirantes. Este ano o tema da Feira é “Empreendedorismo Social: Um Mundo Novo a Construir!“. Poderão se inscrever para este projeto apenas alunos do Segundo ano do Ensino Médio.

IMG_0784Confira os melhores momentos da Feira de Ciências 2015 aqui.

Para participar, os alunos devem se organizar em grupos de 4 a 6 integrantes, escolher um para ser o líder do grupo (que será o nosso contato com o grupo) e preencher a Ficha de Inscrição.

O grupos que se inscreverem devem, impreterivelmente, comparecer na sala A35 às 9h30min no dia 4 de março. As reuniões com os professores orientadores serão iniciadas na semana do dia 7 de março e ocorrerão semanalmente em horário escolhido pelos grupos no momento da inscrição. (Lembre-se de escolher o horário das reuniões semanais do grupo no link ao final da ficha de inscrição!)

Esse ano, também será realizado o Curso de Criação e Desenvolvimento de Apps Web, que tem como objetivo criar, utilizando o Visual Studio, um app Web para desktop e para mobile, em C# e JavaScript.

O curso será oferecido para 25 alunos do Segundo ano do Ensino Médio, às terças-feiras das 14h40min às 17h40min.

No final do ano, os alunos participantes do curso, apresentarão o trabalho desenvolvido por eles na Feira de Ciências. Os interessados devem se inscrever aqui.

Lembramos que os alunos que se inscrevem para o Curso de Criação e Desenvolvimento de Apps Web não poderão se inscrever para outros grupos da Feira de Ciências!

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