Força Canindé vence “melhor equipe estreante” em Abu Dhabi

Na etapa mundial da competição de F1 in Schools, que aconteceu em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), a equipe Força Canindé dos estudantes alunos Gabriel Saruhashi, Rafael Kaminski, Francisco Tada, Cristóbal Sciutto, Cristina Liu, Thomas Giordano, Pedro de Oliveira e Victoria Moribe,venceu o prêmio de melhor time estreante. O projeto, patrocinado pelo Bandeirantes, teve o apoio dos professores Cristiana Mattos, Franco Ramunno e José Ricardo de Almeida e também dos organizadores regionais do F1 in Schools , Manoel Belém e Waldemar Battaglia.

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A competição, que aconteceu pela primeira vez no Brasil, consiste na construção de uma miniatura de carrinho de Fórmula 1. Além do critério de velocidade, ainda existem as avaliações da qualidade do estande, do projeto de marketing e do portfólio da equipe. Na etapa nacional, a escuderia venceu em primeiro lugar, garantindo, assim, a vaga para competir mundialmente.

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20141120 - 18No Ferrari World, o maior parque temático da Ferrari, os alunos, acompanhados dos professores Franco e Almeida, puderam competir e interagir com equipes de diversas nacionalidades.

A Força Canindé garantiu o prêmio de melhor equipe estreante e teve o 20.o melhor tempo entre as 38 equipes. “A colocação final foi excelente, uma vez que não contamos com amplos patrocínios e éramos novos na competição”, explicou o aluno Thomas Giordando, Gerente de Marketing da escuderia. O prêmio foi entregue pela equipe de corrida de Fórmula 1 Sauber, que ainda permitiu que os alunos pudessem visitar o boxes do Circuito Yas Marina de corrida.

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O Coordenador de Química Prof. Ricardo Almeida ressaltou a importância da experiência profissional e cultural vivenciada pelos alunos durante a competição. “Eles aprenderam a lidar com frustações, alegrias e diferenças de forma muito madura”, explicou. “Esse resultado é um orgulho para todos nós”, acrescentou.

Confira mais informações pelo site da competição, clicando aqui.

Veja abaixo o vídeo da premiação dos alunos do Band a partir do minuto 43.

“Pequenos Cientistas” leva conhecimento e produtos para entidade

O projeto ONG Bandeirantes Pequenos Cientistas, do 6.o ano, vencedor na Feira de Ciências e Tecnologia, também arrecadou produtos para o Instituto dos Meninos de São Judas Tadeu (IMSJT). O Instituto é uma creche e escola para crianças de baixa renda. Já o principal objetivo da ONG Bandeirantes Pequenos Cientistas é levar conhecimento científico por meio de atividades lúdicas.

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Foram arrecadados brinquedos, livros, materiais didáticos, roupas, calçados, alimentos não-perecíveis e produtos de higiene. Com as doações já entregues, as aulas Anna Yumi, Elizabeth Kim, Julia Baik e Vitória Ortiz, do 6.o ano, e a professora orientadora Carolina Oreb, comentaram estar muito agradecidas à comunidade Band.

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No projeto, as alunas buscaram levar para as crianças experimentos que despertarem o interesse pela Ciência. A prof.a Carolina comentou que as alunas adquiriram o espírito empreendedor e solidária ao executarem o projeto. “Foi muito gratificante ver o sucesso do trabalho e  o brilho nos olhos das pequenas cientistas do Band e dos futuros cientistas do Instituto”, contou a orientadora.

As  alunas deram uma aula para as crianças do Instituto sobre o ciclo da água e sobre a necessidade do cuidado em sua utilização. “Foi um desafio para nós ensinar as crianças porque tivemos que adaptar nossa linguagem para elas”, comentou a aluna Vitória Ortiz.

Bel Pesce lança livro “A Menina do Vale 2” no Band

Finalizando as atividades da Feira de Ciências de 2014, o Band contou com uma palestra da empreendedora Isabel Pesce Mattos, mais conhecida como Bel Pesce ou a “menina do Vale”.

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A brasileira, que estudou no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é fundadora da FazINOVA, escola de empreendedorismo e habilidades. Bel lançou o livro “A Menina do Vale 2”, que aborda diversos temas relacionados a sonhos e empreendedorismo.

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Além dos alunos e professores do Colégio, outro público que compareceu à palestra foi o de alunos e professores da BandTec, Faculdade de Tecnologia do Bandeirantes. O objetivo da visita é que se concluísse a longa jornada de alunos e professores orientadores da Feira de Ciências 2014, cujo tema foi “Ciência e Empreendedorismo”.

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Segundo um dos coordenadores da Feira, Prof. José Ricardo de Almeida, Bel Pesce reforçou que “para ser empreendedor, é necessário trabalhar duro para realizar seus sonhos. Não há segredos, fórmulas mágicas ou atalhos; só foco e suor”. Ele acredita que, a partir dessa definição, é desmitificada a crença de que ser empreendedor basta ter uma boa ideia.

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O Coordenador Acadêmico da BandTec Maurício Pimentel acredita que a palestra foi um “banho de motivação”. “Ela elucidou alguns conceitos que muitas pessoas têm sobre trabalhar em grandes empresas, além de tratar com muita naturalidade a carreira internacional”, contou.

Alunos vencem etapa nacional do F1 in Schools

Mesmo sem idade para dirigir um carro, os alunos do grupo Força Canindé, do Band, conquistaram o 1.o lugar do F1 in Schools, competição em que estudantes são desafiados a desenvolver uma miniatura de carro de Fórmula 1, em todos os seus aspectos. Com três equipes participantes, os alunos do Band preencheram, além do primeiro, o segundo (Booster) e terceiro lugar (Scuderia 907) empatado com a equipe Pegasus da FourC Academy. Este é o primeiro ano competição no Brasil, que reunirá na etapa internacional cerca de 40 países.

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O planejamento estratégico das escuderias iniciou-se em junho, que incluiu dividir as tarefas entre os membros do grupo. Cada membro foi responsável por um departamento como, por exemplo, de Engenharia, Marketing, Logística, Aerodinâmica, dentre outros. Em pouco tempo, todos os competidores foram avaliados por uma comissão técnica, analisando as diferentes funções dos departamentos. A corrida em si, não foi o único item avaliado.

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Para orientarem-se, os alunos contaram com a ajuda dos coordenadores Cristiana Mattos e José Ricardo de Almeida e do professor de Química Franco Ramunno, ajudando-os na parte da engenharia do projeto. Almeida ressaltou a importância da competição para a vida profissional e pessoal dos jovens. “Sem sombra de dúvida é uma experiência muito importante. É uma aprendizagem em que vivenciaram uma estrutura empreendedora”, contou. “É mais um passo de preparo para a vida adulta”, concluiu.

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O grupo “Força Canindé é composto pelos alunos: Cristina Liu, Cristobal Rodrigues, Gabriel Issao, Pedro Oliveira, Thomas Giordano, Victória Moribe, Francisco Tada e Rafael Kaminsk. Thomas contou que o nível de dificuldade foi maior que o esperado. “Na hora percebemos que não seria tão fácil, mas os problemas foram resolvidos”, relatou. “Foi uma superação”, acrescentou.

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Agora, eles se preparam para a etapa mundial, que acontecerá entre 16 e 19 de novembro em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. “Nossa meta é vencer as equipes de iniciantes”, contaram. O grupo reconhece a dificuldade de vencer, sendo a primeira equipe do Brasil a participar do torneio. Porém, seguem confiantes em mostrar o seu melhor.

Confira a carta de congratulações da F1 in Schools

Confia abaixo os vídeos da corrida e da premiação.

Feira de Ciências se encerra com quadra lotada

Com a quadra cheia, ocorreu a premiação da Feira de Ciencias e Tecnologia 2014. Este ano, a Feira teve 41 grupos do Ensino Fundamental e 16 equipes do Ensino Médio (14 da 2.a série do Ensino Médio e 2 da 1.a série) mesclando as áreas de Biológicas, Exatas e Humanas, com a coordenação dos professores José Ricardo Almeida, Cristiana Mattos e Marly Machado.

Os coordenadores da Feira Marly Machado, José Ricardo Almeida e Cristiana Mattos.

Os coordenadores da Feira Marly Machado, José Ricardo Almeida e Cristiana Mattos.

A coordenadora da Feira Marly Machado comentou sobre a dificuldade dos alunos em preparar os projetos para a apresentação, destacando a maturidade, autonomia e disciplina conquistadas nesse processo. “A Feira é fruto de um trabalho daqueles que um dia serão nossos líderes”, concluiu com enorme satisfação.

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Reunindo pais, alunos, professores e convidados, os projetos foram apresentados não só no ginásio, mas também no pátio, nos laboratórios e nas inúmeras salas. Estima-se que cerca de 1.000 pessoas visitaram o evento. Os trabalhos foram avaliados a todo momento pelos visitantes em iPads e também pelo grupo de jurados, que nesta edição, incluíam pais de alunos, como Lilian Sharovsky, Esleide Casella e Carla Metzner. Após a apuração criteriosa dos jurados, o resultado foi:

Ensino Médio

1.o lugar: Jogos Aplicados ao Aprendizado
2.o lugar: Biofilme Identificador de ph
3.o lugar: Alimentos Probióticos

Júri popular- Curativo Inteligente

Ensino Fundamental – Vencedores

9.o ano: Enxergando com outros olhos
8.o ano: Na onda dos fungos
7.o ano: Brinquedo para o desenvolvimento da fala para crianças com Síndrome de Down
6.o ano: ONG Bandeirantes, pequenos cientistas

Júri popular- Otimizando o caráter de medula óssea

Confira a galeria de fotos do evento clicando aqui.

São Paulo em duas rodas

Junto com a crescente onda do uso das bicicletas em São Paulo, dois grupos nesta edição da Feira de Ciências deram maior destaque ao meio de transporte de bicicleta. Em uma sala do bloco D, dois projetos, um que propõe transformar o esforço físico em energia elétrica e outro que visa a mobilidade urbana.

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Em um lado da sala o slogan “Transforma Gordura em Energia” e na frente uma bicicleta era o atrativo do grupo constituído pelos alunos Gustavo Rossi, Rafael Borges, Lucca Kuriki e Lucas Kobayashi, orientados pela professora Ana Cristina Camargo. “Basicamente é uma bicicleta que transforma energia dos seu músculos ou da sua gordurinha né [risos] em energia elétrica”, brincou um dos integrantes da equipe. “Então se você estiver pedalando já vai carregar seu celular”, completou.

Bicicleta em que acontece o recarga da bateria de celular

Bicicleta em que acontece o recarga da bateria de celular

O tema da Feira de Ciências deste ano é “Ciência e Empreendedorismo”. Pensando no lado empreendedor, o grupo observou que atualmente está em crescimento tanto a preocupação com a energia, quanto a obesidade das crianças, consideradas da “geração tecnologia”.  Uma vez que as novas gerações estão sempre freneticamente mexendo nos tablets, celulares e tecnologias, o protótipo foi produzido este público.  “Com este funcionamento da bicileta, eles serão mais motivados a andar de bicicleta, justamente para carregar o aparelho”, o grupo conto.

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Se seguirmos os inúmeros cartazes, colados nas paredes de tijolinhos no Band, escritos com letras maiúsculas “CUBO”, chegaremos a um grupo de meninas com blusa rosas. Movida pela curiosidade descobri que o Cubo é, na verdade, um triciclo elétrico que se transforma em uma maleta. A ideia de desenvolver uma “bicicleta maleta” surgiu pensando em agilizar a ida de casa até o transporte público, na dificuldade de se locomover com uma bicicleta normal no metro e na maior praticidade que este formato traria.

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O “Cubo” que pesa em média 20kg e pode ser carregado como uma mochila de rodinhas.

Em um mural, a equipe montou uma dinâmica explicação do modelo de negócio, mostrando a visão do empreendedor (o que é o projeto? quanto custa? quando fará? quem colocará em prática? como?) e a visão do cliente (as dúvida frequentes, os problemas). Para chegar as respostas o grupo fez inúmeras pesquisas no metrô, enquetes no Facebook e etc, chegando a conclusão de que o projeto do grupo das alunas  da 2.a série do Ensino Médio Aline Gouveia, Flávia Morandi, Giovanna Guerrero, Marina Moranduzzo e Naomi Mendes é viável.

Drones: acima dos holofotes

Por Fernanda Atihe e Gabriel Lerner

Os estudantes Lucas Kawahara, Alexandra Nardy, Giulia Paixão e as irmãs Ana Clara e Maria Paula Nina, todos da 1.a série ano do Ensino Médio, foram os responsáveis por chamar a atenção do Colégio inteiro na tarde da Feira. Com toda a razão: não é todo dia que vemos drones sobrevoando a quadra esportiva a mais de 20 metros do chão.
Os drones são veículos aéreos não tripulados, no caso, com hélices. Isso significa que, na visão dos leigos que vão se aproximando, se assemelham a helicópteros gigantes de brinquedo.

O grupo se diverte à tarde na Feira apresentando seu projeto.

O grupo se diverte à tarde na Feira apresentando seu projeto.

O projeto do grupo foi baseado na avaliação da exatidão e precisão do voo destes drones. Usando um código criado por eles numa linguagem especial de programação, foi possível eliminar os erros experimentais e as variáveis, afim de fazer com que um drone siga sempre a mesma rota (já que acontecia de ele sempre ficar inclinado para a direita, dando aquela impressãozinha desagradável de que poderia cair e decepar alguém). Para isso, contaram com a ajuda do professor Carlos Rafael da BandTec.

Drones estacionados, esperando o sorteio de quem irá pilotá-los.

Drones estacionados, esperando o sorteio de quem irá pilotá-los.

Apesar de terem enfrentado dificuldades variadas, como qualquer outro grupo, eles provaram que, muito além da tradicional Olimpíada de Química (onde é possível aprender a programar), é possível aprender programação com atividades incrivelmente lúdicas. A mostra do quinteto foi um sucesso, com momentos de descontração e até mesmo um sorteio entre os visitantes, em que o vencedor poderia pilotar um drone.

 

Entrevista com Gabriel “Bahia” Vilaça, aluno que pilotou um drone

Pergunta: O que você achou do projeto?
Gabriel: “Achei muito legal, o drone é uma tecnologia nova no Brasil e ainda não foram criadas leis para sua utilização”

Pergunta: Você teve a oportunidade de pilotar um drone? O que achou?
Gabriel: “Sim, achei bem interessante, o movimento é bem fluído e preciso, eu consegui fazer o drone voar um pouco. Também existe o controle de drone via iPad, que provavelmente deve estar no mercado daqui a alguns anos”.