Resultados da Feira de Ciências 2015

E chega ao fim mais uma edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Colégio Bandeirantes! É com muito orgulho que agradecemos a participação de todos, tanto dos alunos quanto dos visitantes do colégio, sejam eles pais dos expositores ou pais que vieram para conhecer o colégio. Tivemos cerca de 1100 visitantes hoje, um número incrível e estarrecedor que mostra o interesse popular por ciência, tecnologia e inovação!

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Sem mais delongas, estamos orgulhosos de anunciar os vencedores da IX Feira de Ciências e Tecnologia:

Ganhadores do Ensino Médio no Júri Científico (0-10)
Primeiro lugar: Estudo do concreto executado com água de reuso de São Paulo (média: 9,78)
Segundo lugar: Cromatoscopiofone: Protótipo em arduino identificador de cores para deficientes visuais (média: 9,52)
Terceiro lugar: Análise da eficiência na filtração do ar em ambientes internos com três espécies comuns de plantas (média: 9,44)

Ganhadores do Ensino Fundamental no Júri Científico (0-40)

6.o ano: Energia solar + meio de transporte = um futuro melhor (média: 39,52)

7.o ano: Energia Salgada (média: 40,00)

8.o ano: HAPP: o sistema de APH do século XXI (média: 35,24)

9.o ano: TrokeJá: Aplicativo de trocas em condomínios (média: 33,14)

 

Ganhadores do Ensino Fundamental no Júri Popular

6.o ano: Vencendo obstáculos

7.o ano: Easy Work

8.o ano: Drunk or not?

9.o ano: Sauda Búrguer

Ganhador do Ensino Médio no Júri Popular

Próteses: confecção e estudo comparativo entre as convencionais e as fabricadas em impressoras 3D.

 

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Seguidor Solar

Os alunos Felipe Dayoub, Giulia Campacci, Guilherme Ferreira, Ian Castro, Julio Obeid, Laura Guarnier, Mateus Martins e Pedro Miguel desenvolveram um painel solar que pode aproveitar cerca de 10% a mais da luz solar e produzir mais energia.

O projeto consiste numa série de sensores e motores que identificam a origem da luz e fazem o painel se virar para o lado onde a superfície dele ficará o mais próximo de 90° da luz solar. Isso permite que as células fotovoltaicas produzam mais energia, pois a quantidade de luz solar é maior.  De tal modo, há um aproveitamento imensamente maior da luz solar, permitindo que a gama energética brasileira seja ampliada e criando sistemas mais eficientes e sustentáveis.IMG_0741por Cássio Tales

 

Caixa d’água

Os alunos do Colégio Bandeirantes impressionam cada vez mais com sua criatividade em conjunto com a ciência. Um grupo de garotas do sexto ano, com a ajuda de um engenheiro eletrônico, montaram um sistema que mede a quantidade de água na caixa d’água e o fluxo com o qual ela sai, tendo como complemento a isso, elas programaram um aplicativo que controla o projeto e dá dicas para redução do consumo de água. As meninas têm planos de disponibilizar o aplicativo nas plataformas IOS e Android, e vender o kit para que qualquer um possa controlar sua caixa d’água.12168803_1050570781633924_1778259562_opor Sabrina Julia Vicente

 

Experimento propõe despoluição do ar

Os alunos Gabriel Barreira, Gabriela Lucati, Julia Pereira, Luiz Francesconi, Mariana Fang e Milena Lenora, da 2.a série, pesquisaram a eficiência de três espécies diferentes de plantas na absorção de poluentes atmosféricos, como O3, NO2 e SO2.

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O experimento, apesar de não se conclusivo por não ter aproveitado um ciclo anual das plantas, devido ao limite de tempo proposto para os alunos realizarem as pesquisas, parece ser um experimento promissor. As plantas da experiência – Jibóia, Espada-de-São-Jorge e Palmeira de Jardim – demonstraram uma alta eficiência na absorção dos principais poluentes da capital paulista.

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As espécimes  podem ser usadas em ambientes internos, como salas de estar e quartos, para melhorar a qualidade do ar das casas e consequentemente melhorar a qualidade de vida de seus moradores.

Por Cássio Tales

Cooler Solar

IMG_0723Os alunos Bruno Goldstein, Julia Orsi, Carlos Cherto, Caroline Fujiwara, Gabriela Fanucchi, Nathalia Machado e Roberta Liberman, do segundo ano, fizeram uma integração entre um painel solar e placas de peltier, criando uma espécie de “geladeira sustentável”.

A ideia do grupo foi utilizar um painel solar para fornecer energia a algumas placas de peltier que, ao receber energia elétrica, a transformam em energia térmica, aquecendo de um lado e resfriando do outro. O calor gerado pelo peltier é dissipado por um cooler também movido por energia solar, posicionado no topo da geladeira. Assim, é possível economizar energia em residências com um projeto simples e eficiente.IMG_0722 por Cassio Tales

Foguete do ITA é novidade da Feira de Ciências 2015

Pela primeira vez o projeto ITA rocket design do ITA veio ao colégio para mostrar um foguete desenvolvido por eles. Com o apoio da FIESP, os alunos, além de trabalharem no foguete, também participam de competições. Estas julgam a altura que o foguete chega e outros quesitos que podem ser adicionados já que a parte inferior do foguete comporta apenas o motor e a parte superior, além de ser responsável pela aerodinâmica, também é o lugar onde há sensores, gps e outros aparelhos. Infelizmente, não haverá lançamento no Band mas todos podem ver o foguete exposto na quadra onde seus criadores o apresentam. Para quem gosta desse tipo de tecnologia o grupo possui a página itarocket no facebook onde são postadas novidades.image IMG_0715Por Beatriz Langella

Grupo descobre maneira de gerar energia a partir de barulho em grandes avenidas

O grupo formado por Angelica Marucci da 9B e Daniel Fermann, Frederico Fausto, Gabriel Souza, Guilherme Zeigler, Isabela Caramicia e Laura Salzedas da 9A fez uma demonstração de como um alto-falante poderia usar as ondas sonoras emitidas por um outro auto falante para gerar energia. Eles, porém, mostraram que apenas uma fração da energia é reutilizada, disso surgiu a ideia de usar este sistema em grandes avenidas utilizando a poluição sonora para a produção de energia.

Esse grupo, assim como muitos outros, está localizado nas salas do bloco D e vale a pena conferir!

por Rafael Morandini

Os caminhos para a Feira

A feira de ciências é um evento que acontece todos os anos no mês de outubro e tem duração de aproximadamente seis meses. Isso mesmo, seis meses! O dia da feira é apenas a ponta do iceberg de um trabalho que começa no início do ano.

Você já parou para pensar em como foi o processo de criação e desenvolvimento dos projetos? Ou o que foi feito nas aproximadamente duas horas semanais (no mínimo) em que os alunos e professores se reuniram?

A maioria das pessoas não sabe que todos os grupos possuem um “diário” no qual estão documentados os trabalhos de cada encontro e que este “caderno de bordo” esta à disposição de todos os visitantes, normalmente esquecido no canto da bancada.

Portanto se você tiver curiosidade de conhecer todo o processo por trás de um trabalho, de uma folheada nos cadernos abandonados nos cantos das mesas.

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por Caio Meneses Stabel

Feira recebe projetos direcionados a deficientes auditivos e visuais

Deficiência é um dos problemas atuais que parece, cada vez mais, poder ser solucionado com a tecnologia. Assim, esse assunto não poderia faltar na Feira de Ciências de 2015 do Band, que conta com projetos sobre deficiência auditiva e visual.

Para os alunos da 2.a série que fizeram o PACS, os problemas vividos pelos surdos podem ser resolvidos com código morse. O ponto principal do projeto se baseia em mensagens mandadas por um celular android que logo após é mandado para um aparelho de vibração devidamente preso ao braço do deficiente. Esse aparelho possui um decodificador da mensagem que a transforma em código morse e, logo após, ocorrem as vibrações longas e curtas que caracterizam esse modo de linguagem. Dessa forma, o surdo consegue associar as vibrações com letras e assim obter a mensagem que, infelizmente, ele não pode ouvir.

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Além disso, o projeto Cromatoscopiofone decidiu se preocupar com os deficientes visuais. Esses alunos entenderam o quanto a vida das pessoas cegas pode ser difícil, já que elas passam por situações como trocos errados e preços injustos. O projeto implica em um sensor que identifica cores ou até valores de notas e manda um aviso auditivo, por um fone, do que foi identificado. Por enquanto funciona apenas com 10 cores e dinheiro, porém é preciso enxergar o grande potencial da ideia já que, no futuro, outros aspectos da visão podem ser identificados e ajudar cada vez mais quem sofre com a cegueira.

Por Beatriz Langella

Feira de Ciências chega na metade: confira o que já aconteceu

A Feira de Ciências 2015 está chegando na metade. Muitas pessoas já passaram pelo evento e muitas ainda chegarão. Dentre os que já foram à feira estão os jurados responsáveis pela avaliação dos grupos. Logo cedo, pouco antes da feira ser aberta ao público, os avaliadores visitaram os grupos a que foram designados para assistir sua apresentação e discutir sobre o principal (porém menos conhecido pelo público) meio de avaliação dos trabalhos: o relatório.

O relatório feito pelos alunos é dividido em: resumo, resumo em inglês, introdução (apresenta o problema a ser resolvido), objetivo (explicado de forma direta), justificativa (motivos pelos quais se acredita que a experiência solucionará o problema), material e métodos (explicação da experiência realizada) e resultados e discussão (apresentação e análise dos dados obtidos). Resumindo, o relatório é uma explicação completa de todo o trabalho. Seu tamanho varia de aproximadamente 20 páginas até mais de 50 e eles são enviados aos jurados uma semana antes da feira. Se você quiser ter uma ideia de como é um relatório, acima das bancadas de todos os grupos há um cartaz com um resumo.

por Caio Meneses Stabel