Tabela periódica digital: Arte e Ciências

Produzida tradicionalmente pelos alunos do 9.o ano do Ensino Fundamental, a tabela periódica artística desse ano ganhou, além do já conhecido mural na entrada do Colégio, uma versão digital. Criada para o curso de Ciências, a tabela conta com desenhos e poemas inspirados em cada elemento químico.

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Com a tabela disponível na internet, é possível enxergar de pertinho todos os desenhos e também conferir os poemas que, antes, não eram expostos para a leitura. Estabelecendo relações entre arte, poesia e Ciências, agora todos os alunos podem ter um acesso prático à essa divertida forma de enxergar a tabela periódica. “Com o site pude ter mais contato com alguns elementos que eu não conhecia além de poder ver todos os poemas produzidos”, contou a aluna Maria Luiza Lima.

Participaram do projeto os professores Renato Villar, de Física e STEAM, Elisabeth Pontes, de Química, Gabriel Steinicke, de Física e a Coordenadora de STEAM, Cristiana Mattos.

Como em todos os anos, os 118 elementos presentes na tabela foram divididos entre as turmas para que cada uma os estudasse detalhadamente. A partir das informações coletadas, foram criados o desenho e o poema. “Para a atividade, eles se apropriaram totalmente dos conceitos, propriedades e aplicações de cada elemento. Sem isso não seria possível fazer um desenho e um poema que dialogassem com cada átomo”, comentou o professor Renato Villar.

Confira a tabela aqui.

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Reflexão e aprendizado em visita ao Eataly e Edifício Malzoni

Os alunos do 7.o ano do Ensino Fundamental puderam refletir sobre consumo e a produção de alimentos em visita ao mercado e restaurante Eataly, e ao Edifício Pátio Victor Malzoni. Eles foram acompanhados por Catarine Nunes, do Departamento Cultural, e pelas professoras de Ciências Lívia Dorice, Jéssica Dias, Carolina Oreb e Mariana Lorenzin.

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Na primeira parte da visita, os alunos foram ao Eataly para aprender mais sobre a produção de alimentos. Lá, os alunos conheceram a padaria que abastece o mercado e os restaurantes, onde puderam produzir seus próprios pães e também aprender, na prática, o funcionamento de processos,] como o da fermentação, que já haviam sido estudados na escola.

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“É muito bom para o aluno poder acompanhar como alguns dos conteúdos da sala de aula se aplicam no dia-a- dia”, disse a Professora Lívia Dorice.

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Depois o grupo seguiu para o Edifício Pátio Victor Malzoni que, por adotar uma filosofia sustentável, possui um espaço destinado a reciclagem, compostagem e tratamento de água.

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Assim, os alunos tiveram a oportunidade de aprender mais sobre o que ocorre com os alimentos que vão para o lixo. “Houve uma reflexão sobre a forma como consumimos, o que ocorre com o que descartamos e como podemos reutilizar algo que parecia inútil”, explicou Lívia.

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“Achei muito legal a visita porque, no Eataly, vi vários produtos que não sabia nem que existiam e aprendemos sobre a fermentação. Vai ajudar bastante na hora de estudar pra prova e para a vida”, disse o aluno do 7.o ano Matteo Moreira.

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Vencedores da Feira de Ciências vivem experiências diferenciadas

A partir dos resultados da 10.a edição da Feira de Ciências e Tecnologia, os alunos vencedores do Ensino Médio foram convidados a passar um dia na agência África e aproveitaram um jantar no restaurante Benihana, típico de cozinha japonesa.

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A Africa foi fundada em 2002 com a proposta de servir poucos clientes, por meio de grupos específicos e atuação direta dos sócios em todo o processo de criação de conteúdo propagandístico – o principal deles é o premiado publicitário Nizan Guanaes.

A apresentação foi realizada pelo Diretor Geral da Africa Zero (uma dos segmentos da agência), Claudio Kalim.

Além disso, a partir de uma parceria do Departamento Cultural com o restaurante Benihana e, a partir desta sociedade, os vencedores e professores responsáveis foram convidados para um jantar de celebração.

“Orgulhosamente anunciamos que a parceria com o Benihana vai continuar este ano. Uma vez por mês, uma família de aluno e outra de professor terão a oportunidade de experimentar a excelente culinária japonesa servida lá”, anunciou o Coordenador do Departamento Cultural, Marketing e Relações Institucionais, Ricardo Aguirre.

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Alunos manuseiam animais e aprendem sobre preservação

Com o objetivo de conscientizar os alunos da importância de preservar todas as espécies de animais e proporcionar uma experiência única através do manuseio de animais silvestres, o Bandeirantes ofereceu aos alunos do 7o ano o projeto Herpetus.img_1086

O curso ministrado pelos biólogos Sandra Sakamoto e Thiago Angeli contou com a presença de cerca de 150 alunos, muitos acompanhados de seus pais. “ Na minha concepção, o mais importante desta vivência prática é o contato dos estudantes com a vasta biodiversidade do reino animal. ”, comentou a professora de Ciências, Carolina Oreb.

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“Os discentes se entusiasmaram muito com a possibilidade de, durante este fechamento, manejar animais nunca antes vistos, como a coruja. As perguntas feitas por eles foram extremamente interessantes e enriqueceram muito o desenrolar do curso. ”, pontuou Lívia Dorice, educadora do 7o ano.

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“O Herpetus foi uma oportunidade de os alunos deixarem o medo de lado e, consequentemente, começarem a confiar mais em si. Além disso, com certeza aprenderam a respeitar mais os animais silvestres e aprenderam muito sobre a importância destes animais nos ecossistemas. ”, finalizou a professora Maria Lúcia Gukovas.

Confira a galeria de imagens clicando aqui.

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Experiência de aprendizado e diversão no iFly

Cerca de cento e quarenta alunos do sexto ano usufruíram de uma manhã repleta de aprendizado no iFly, um simulador de paraquedismo indoor. Tanto as professoras Mariana Lorenzin, Carolina Oreb e Jéssica Morais, quanto os estagiários, Gabriel Borgheti, Henrique Andrade e Lívia Dorice, se fizeram presentes na ocasião.

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“Durante todo quarto bimestre, os alunos estudaram as propriedades do ar. Eles se entusiasmaram muito com a possibilidade de colocar em prática, de uma forma extremamente lúdica, os conceitos abordados ”, comentou a professora, Mariana Lorenzin.

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ifly002Antes de vivenciarem a experiência de voar, todos os presentes foram introduzidos aos mecanismos de funcionamento do túnel que era utilizado para o voo. Além disso, ainda na parte introdutória da visita, relembraram alguns dos princípios indispensáveis para a flutuação.

Em seguida, os participantes realizaram um exercício laboratorial. A partir da montagem de um paraquedas, a atividade consistia na elaboração de hipóteses, variação de experimentos e analise de dados.

 

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Por fim, a parte prática encantou a todos. “Ambos os voos feitos foram uma aprendizagem contextualizada, pois é de extrema importância que os alunos entendam a aplicação dos conceitos estudados em sala de aula”, pontuou a professora.

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“Foi possível notar a satisfação de todos que lá estavam, pois puderam experienciar uma situação diretamente relacionada com a realidade que estão inseridos. Ademais, a visita ao iFly trouxe o tema tratado no bimestre a um entendimento mais tátil ”, finalizou Carolina Oreb.

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Confira o balanço da Feira de Ciências e Tecnologia 2016

A 10.a edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Colégio ocorreu no último dia 15 de outubro. Desde o começo do ano, cerca de 300 alunos e 20 professores prepararam trabalhos que abordaram o tema “Empreendedorismo Social: Um Mundo Novo a Construir”. Os projetos desenvolveram solidariedade e respeito, valores que são discutidos em diversas esferas do Band, além de um estímulo ao empreendedorismo social.

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Um grupo do Ensino Fundamental, por exemplo, organizou uma sessão de cinema para motivar o descarte correto do lixo na sala de aula. Já no Ensino Médio, uma equipe promoveu atividades que proporcionaram uma vivencia ao dia a dia de um cadeirante. Por isso, a Coordenadora da Feira Cristiana Mattos acredita que um grande diferencial desta edição foi que muitas iniciativas dos grupos foram compartilhadas por alunos não envolvidos diretamente com a Feira.

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Os professores orientadores do Colégio em parceria com Ademar Bueno, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto Jatobás, orientaram os alunos a desenvolverem o conceito de Empreendedorismo Social e empregar este olhar nos projetos. “Ademar proporcionou uma visita dos professores à CUFA (Central Única de Favelas). Neste local, tiveram a experiência única de conhecer diversas ideias empreendedoras em comunidades brasileiras. ”, comentou o também Coordenador da Feira, Ricardo Almeida.

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No dia, os projetos do Ensino Médio foram avaliados por professores da USP, UNIFESP, Instituto Mauá de Tecnologia, IPEN e também alguns parceiros do Instituto Jatobás, Multiplan e CUFA.

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“Sem sombra de dúvidas, o trabalho dos nossos professores orientadores foi imprescindível para o desenvolvimento dos projetos. Em nome de todos os Coordenadores, agradeço o trabalho de todos eles. ”, exaltou a Coordenadora da Feira, Marly Campos.

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No Ensino Fundamental, dois avaliadores e o júri popular destacavam os trabalhos de acordo com os critérios de apresentação, pôster, organização, pesquisa, método científico, empreendedorismo, sustentabilidade, aplicabilidade, criatividade e inovação.

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A cobertura jornalística da Feira contou com a parceria do grupo do Idade Mídia, que produziu um documentário, e com a empresa UCAM, que fez transmissões ao vivo para o site

Orgulhosamente, anunciamos os vencedores da X Feira de Ciência e Tecnologia do Ensino Médio:

Relevância Social:
– Rede VIPS: Rede de Vivência e Integração do Deficiente Físico, Amigos e Familiares no Âmbito Sócio-Ambiental (Orientadora: Rosiani Telles. Integrantes: Victor Lee; João Pedro Mucciolo; Diego Chiavassa; Bruno Coelho; Lucas Padiol; Rafael Mano Sanches)

– O uso da Realidade Virtual como instrumento de interação social entre idosos institucionalizados (Orientadora: Gabriela de Paula. Integrantes: Amanda Dall’Alba; Pedro Soares de Souza; Caroline Arkalji; Julio Alvarez)

Caráter Empreendedor:
– Letras por letras: site de trocas de livros baseado em interesse mútuo (Orientador: Renato Pacheco. Integrantes: Manoela Ribeiro; Veronica Dufrayer; André Hatushikano; Livia Nageishi; Juliana Suyama; Marina Roschel; Ingrid Noda; Sérgio André)

– vSAL: Sistema de auxílio lúdico para medida de acuidade visual (Orientadora: Beth Pontes. Integrantes: Emerson Morita; Amon Nishikuni; André Hatushikano; Nicolas Ruzon Birrer; Wagner Santos)

– F.C.T. – Financiando e Capacitando Trabalhadores (Orientador: Gabriel Steinicke. Integrantes: Giuliano Tissot; Lucca Novais; Felipe Nakamura; Bruno Bregola; Mohamad Hussein; Orientador: Gabriel Steinicke)

Melhor trabalho acadêmico:
– Aplicação da “Fun Theory” para coleta de bitucas de cigarro e estudo do seu processo de reciclagem (Orientador: Franco Ramunno. Integrantes: Victor Daoud; Diego Zancaneli; Ana Haddad; David Wasserman; João Andrade; Isabella Nascimento)

Ganhador no Júri Popular:
– Uso de ferramenta “Open Source” como acessório facilitador na locomoção dos deficientes visuais (Orientadora: Carolina Oreb. Integrantes: João Shida; Gustavo Sales; André Kim; Gabriel Paganini; Reynaldo Neto; Mauro Simas; André Ferreira)

Confira a galeria de imagens clicando aqui.

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10.a edição da Feira de Ciências e Tecnologia acontece no dia 15

Mais uma edição da tradicional Feira de Ciência e Tecnologia acontecerá no sábado, dia 15 de outubro, das 13h às 17h, no ginásio do Colégio. O tema abordado pelos trabalhos dos alunos será o “Empreendedorismo Social – Um mundo novo a construir”.

feira_de_ciencias_2016Quarenta e um grupos apresentarão as mais diversas soluções encontradas para problemas sociais propostos. A partir das apresentações, as votações do júri popular e científico definirão o vencedor da Feira.

Os alunos do Open City e Idade Mídia atuarão como repórteres do evento realizando um documentário, entradas ao vivo para o site do Band e atualizarão o Blog da Feira de Ciências.

Confira onde cada trabalho se apresentará clicando aqui.

Venha conhecer mais de Empreendedorismo Social e prestigiar os alunos!

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Alunos são premiados na FEBRACE

As duas equipes que representaram o Bandeirantes na FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) foram premiadas. Os projetos tiveram propostas tanto para a crise hídrica de São Paulo, quanto para o auxílio de deficientes visuais no reconhecimento de cores.

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Intitulado de “Estudo do concreto produzido com água de reuso de São Paulo: uma alternativa para a economia de água na construção civil”, o trabalho dos alunos Catarina Vallada, Enzo Profili e Guilherme Peres,da 3.a série, conquistou 3.o lugar na categoria Engenharia.

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A equipe foi orientada pelo professor de Geografia do Colégio, Pedro Coelho, e coorientada por Arthur Rupp, do Instituto Mauá de Tecnologia. O objetivo do projeto foi buscar uma solução sustentável para a crise hídrica dentro da Engenharia. A pesquisa foi realizada no ano passado para a Feira de Ciências do Band, na qual eles foram os 1.os colocados pelo júri técnico.

Para Guilherme, a interdisciplinaridade entre Ciências e Geografia- pela contextualização com a crise hídrica- e o caráter inovador da pesquisa foram fatores fundamentais para conquistar o lugar de destaque. “Acho que o fato de ter tido um alto embasamento científico foi essencial. Todos os nossos resultados foram justificados pelas nossas pesquisas, que seguiram uma rigorosa metodologia”, completou Enzo.

Já o projeto dos alunos Lucas Liberman, Pedro Takahaski e Rodrigo Koozo, orientado pelo professor de Física, Renato Villar e coorientado por Carlos Rafael Gimenes, da BandTec, ganhou o prêmio de Inovação em Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência.

A pesquisa realizada por eles foi intitulada de “Cromatoscopiofone: protótipo em Arduino para identificação de cores para deficiências visuais” e tinha como propósito auxiliar deficientes visuais no reconhecimento de cores através da emissão de sons a partir de cada espectro de cor.

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Professores visitam Paraisópolis

O Colégio Bandeirantes, no ano de 2016, escolheu como tema para a sua tradicional Feira de Ciências o “Empreendedorismo Social”. Apesar do intenso crescimento no Brasil e no mundo -e de todas as oportunidades que gera quando a necessidade social é aliada ao investimento privado- a área ainda está em constante descobrimento conceitual.

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Por isso, para embasar tecnicamente professores, orientadores e alunos, o Instituto Jatobás e o Instituto Sinapse de Educação pela Cidadania abraçaram a causa e estarão, durante todo o ano, desenvolvendo atividades e cooperando com a construção dos 11 projetos que serão apresentados na Feira em outubro.

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Para começar o trabalho, os professores receberam material teórico elaborado pelo Prof. Ademar Bueno sobre o tema. Porém, como não se pode compreender problemas e necessidades sociais sem vivenciá-los, todos foram convidados a visitar Paraisópolis, comunidade na zona sul de São Paulo, circundada pelo bairro do Morumbi.

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Recebidos por Claudia Raphael, representante da CUFA (Central Única das Favelas), o grupo circulou por entre ruas e becos para observar e ter contato com a realidade das cem mil pessoas que lá habitam. Questionados sobre quais as características que mais chamaram a atenção na visita -que aconteceu no fim da tarde quando os trabalhadores voltavam para suas casas -os professores relataram que sentiram forte o senso de pertencimento, comunidade e também de empreendedorismo, o que Claudia brinca de chamar de “Sevirologia”. Além disso, chamou a atenção dos educadores a pequena quantidade de escolas para atender à população.

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Após a visita, na sede da CUFA, o Prof. Ademar Bueno provocou um pequeno debate sobre o papel dos três setores no Brasil e as oportunidades que estão surgindo na área de empreendedorismo social.

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Para o professor Ricardo Almeida, Coordenador do projeto junto ao Instituto Jatobás, “o Bandeirantes está na vanguarda no que diz respeito ao envolvimento de professores e alunos com causas e problemas sociais, justificando cada vez mais o posto de um dos melhores Colégios do Brasil”.

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Feira de Ciências traz projetos de Engenharia e Inovação

No dia 17 de outubro de 2015 ocorreu a 9.a edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Colégio Bandeirantes, que contou com a presença de cerca de 900 pessoas. O tema deste ano foi “Engenharia e Inovação: o futuro que queremos construir”.

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Mais de 280 alunos participaram, sendo 176 do Ensinos Fundamental e 105 Ensino Médio. Foram 50 grupos que criaram e apresentaram suas pesquisas no evento. Este ano, o projeto de um dos grupos foi destinado à elaboração de um vídeo, com o intuito de documentar o trabalho desenvolvido pelos alunos, professores e coordenadores ao longo do ano.

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A Feira de Ciências é uma atividade extracurricular que proporciona ao aluno o primeiro contato com pesquisas científicas. Sob orientação de um professor e o acompanhamento de monitores, os grupos de alunos se reuniram semanalmente para realizar pesquisas e elaborar seus protótipos. Também foi preparado um relatório de acordo com o método científico, que foi avaliado pelos jurados.

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A escolha do vencedor consistiu na avaliação de jurados externos e também pelo público, que votou dando notas aos grupos.Os projetos, relatórios e apresentações foram avaliados por um total de 27 jurados, sendo que cada um avaliou de um a dois grupos. Dessa forma, cada grupo contou com três avaliadores.

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A avaliação dos 16 grupos do Ensino Médio foi realizada por professores das universidades USP, UNIFESP, FGV, Metodista, Mauá, Insper, Einstein – Medicina e Bandtec, e também por profissionais de diversas áreas, do British Council, da MATEC Engenharia e da Miracema-Nuodex.

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Este ano, ainda, o aluno formado em 2014, Dimitri Scripnic, atual estudante do ITA, apresentou, junto com um grupo de estudantes do ITA, seu projeto “ITA Rocket Design”. Foi um momento marcante, estes alunos compartilharem suas experiências durante este ano com o público em geral.

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A novidade deste ano foi a empresa UCAM, que juntamente com alunos do Idade Mídia e o grupo destinado à confecção do vídeo, apresentaram a transmissão de áudio e vídeo do evento ao vivo.

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Eles utilizaram uma câmera móvel, que possibilitou uma maior mobilidade e interação entre participantes da Feira, visitantes e repórteres, por meio de entrevistas e chamadas ao vivo.

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