Alunos manuseiam animais e aprendem sobre preservação

Com o objetivo de conscientizar os alunos da importância de preservar todas as espécies de animais e proporcionar uma experiência única através do manuseio de animais silvestres, o Bandeirantes ofereceu aos alunos do 7o ano o projeto Herpetus.img_1086

O curso ministrado pelos biólogos Sandra Sakamoto e Thiago Angeli contou com a presença de cerca de 150 alunos, muitos acompanhados de seus pais. “ Na minha concepção, o mais importante desta vivência prática é o contato dos estudantes com a vasta biodiversidade do reino animal. ”, comentou a professora de Ciências, Carolina Oreb.

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“Os discentes se entusiasmaram muito com a possibilidade de, durante este fechamento, manejar animais nunca antes vistos, como a coruja. As perguntas feitas por eles foram extremamente interessantes e enriqueceram muito o desenrolar do curso. ”, pontuou Lívia Dorice, educadora do 7o ano.

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“O Herpetus foi uma oportunidade de os alunos deixarem o medo de lado e, consequentemente, começarem a confiar mais em si. Além disso, com certeza aprenderam a respeitar mais os animais silvestres e aprenderam muito sobre a importância destes animais nos ecossistemas. ”, finalizou a professora Maria Lúcia Gukovas.

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Conhecimento, técnica e solidariedade para salvar vidas

 

 

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Como parte da proposta da disciplina de Ciências, os alunos dos 8os anos e CP1 participaram, com a consultoria da equipe da empresa Dynsei, de um treinamento de Primeiros Socorros, a fim de aprenderem os cuidados imediatos, em situações de emergência, que devem ser realizados a pessoas feridas.

Esse trabalho é desenvolvido levando-se em conta o elevado número de mortes e as sequelas que ocorrem devido à falta de atendimento pré-hospitalar adequado, com a finalidade de preservar a vida, promover a recuperação da vítima ou evitar que o caso piore.

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Durante o curso, que incluiu aula expositiva dialogada, análise de casos, simulações de acidentes e de prestação de socorros, além da prática da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e do uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA) em caso de parada cardíaca, os alunos aprenderam procedimentos importantes e imediatos que devem ser realizados quando uma pessoa tem risco de morte, a fim de manter suas funções vitais e reduzir os agravos de um acidente até que a vítima possa receber atendimento de emergência adequado.

Quando corretamente executados, procedimentos simples são capazes de salvar vidas!!!!!

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Para os professores dos 8os. anos Lúcia, Lívia, Mariana, Meire e Waldir o treinamento de Primeiros Socorros, além de finalizar o curso de Ciências dessa série aplicando os conceitos discutidos durante o ano todo, ainda permite trabalhar com valores importantes, como a solidariedade e a empatia.

“Nunca se sabe quando poderemos precisar. Mesmo achando que não teremos coragem ou habilidade para aplicar as técnicas de Primeiros Socorros não devemos deixar de aprendê-las. Muitas vezes, espírito de solidariedade, apenas, não basta. É preciso que nós utilizemos as técnicas que nos permitem prestar um socorro rápido, preciso e eficiente, auxiliando pessoas que encontram-se, naquele momento totalmente dependentes do auxílio de terceiros”, explica a profa. Lúcia.

Os alunos aprovados no curso recebem a carteira de Socorrista Mirim, certificada pela American Heart Association, com validade de 02 anos, e todos nós podemos contar com mais uma equipe jovem a favor da vida!!!!

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Experiência de aprendizado e diversão no iFly

Cerca de cento e quarenta alunos do sexto ano usufruíram de uma manhã repleta de aprendizado no iFly, um simulador de paraquedismo indoor. Tanto as professoras Mariana Lorenzin, Carolina Oreb e Jéssica Morais, quanto os estagiários, Gabriel Borgheti, Henrique Andrade e Lívia Dorice, se fizeram presentes na ocasião.

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“Durante todo quarto bimestre, os alunos estudaram as propriedades do ar. Eles se entusiasmaram muito com a possibilidade de colocar em prática, de uma forma extremamente lúdica, os conceitos abordados ”, comentou a professora, Mariana Lorenzin.

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ifly002Antes de vivenciarem a experiência de voar, todos os presentes foram introduzidos aos mecanismos de funcionamento do túnel que era utilizado para o voo. Além disso, ainda na parte introdutória da visita, relembraram alguns dos princípios indispensáveis para a flutuação.

Em seguida, os participantes realizaram um exercício laboratorial. A partir da montagem de um paraquedas, a atividade consistia na elaboração de hipóteses, variação de experimentos e analise de dados.

 

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Por fim, a parte prática encantou a todos. “Ambos os voos feitos foram uma aprendizagem contextualizada, pois é de extrema importância que os alunos entendam a aplicação dos conceitos estudados em sala de aula”, pontuou a professora.

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“Foi possível notar a satisfação de todos que lá estavam, pois puderam experienciar uma situação diretamente relacionada com a realidade que estão inseridos. Ademais, a visita ao iFly trouxe o tema tratado no bimestre a um entendimento mais tátil ”, finalizou Carolina Oreb.

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