Feira recebe projetos direcionados a deficientes auditivos e visuais

Deficiência é um dos problemas atuais que parece, cada vez mais, poder ser solucionado com a tecnologia. Assim, esse assunto não poderia faltar na Feira de Ciências de 2015 do Band, que conta com projetos sobre deficiência auditiva e visual.

Para os alunos da 2.a série que fizeram o PACS, os problemas vividos pelos surdos podem ser resolvidos com código morse. O ponto principal do projeto se baseia em mensagens mandadas por um celular android que logo após é mandado para um aparelho de vibração devidamente preso ao braço do deficiente. Esse aparelho possui um decodificador da mensagem que a transforma em código morse e, logo após, ocorrem as vibrações longas e curtas que caracterizam esse modo de linguagem. Dessa forma, o surdo consegue associar as vibrações com letras e assim obter a mensagem que, infelizmente, ele não pode ouvir.

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Além disso, o projeto Cromatoscopiofone decidiu se preocupar com os deficientes visuais. Esses alunos entenderam o quanto a vida das pessoas cegas pode ser difícil, já que elas passam por situações como trocos errados e preços injustos. O projeto implica em um sensor que identifica cores ou até valores de notas e manda um aviso auditivo, por um fone, do que foi identificado. Por enquanto funciona apenas com 10 cores e dinheiro, porém é preciso enxergar o grande potencial da ideia já que, no futuro, outros aspectos da visão podem ser identificados e ajudar cada vez mais quem sofre com a cegueira.

Por Beatriz Langella

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Feira de Ciências chega na metade: confira o que já aconteceu

A Feira de Ciências 2015 está chegando na metade. Muitas pessoas já passaram pelo evento e muitas ainda chegarão. Dentre os que já foram à feira estão os jurados responsáveis pela avaliação dos grupos. Logo cedo, pouco antes da feira ser aberta ao público, os avaliadores visitaram os grupos a que foram designados para assistir sua apresentação e discutir sobre o principal (porém menos conhecido pelo público) meio de avaliação dos trabalhos: o relatório.

O relatório feito pelos alunos é dividido em: resumo, resumo em inglês, introdução (apresenta o problema a ser resolvido), objetivo (explicado de forma direta), justificativa (motivos pelos quais se acredita que a experiência solucionará o problema), material e métodos (explicação da experiência realizada) e resultados e discussão (apresentação e análise dos dados obtidos). Resumindo, o relatório é uma explicação completa de todo o trabalho. Seu tamanho varia de aproximadamente 20 páginas até mais de 50 e eles são enviados aos jurados uma semana antes da feira. Se você quiser ter uma ideia de como é um relatório, acima das bancadas de todos os grupos há um cartaz com um resumo.

por Caio Meneses Stabel

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Prefeito Haddad visita a Feira de Ciências

12169086_1050533888304280_2133805291_oNa feira de ciências desse ano, novamente tivemos a presença do nosso ilustre prefeito Fernando Haddad. O colégio já é quase tradição em sua família, Haddad estudou aqui durante todo o Ensino Médio e acabou por escolher o Bandeirantes como a escola de seus filhos, sendo que sua filha mais nova está apresentando seu projeto hoje. “Os meninos vieram para cá muito mais por influência minha do que pela minha esposa, mas quando ela conheceu a escola, adorou o sistema” O pai de aluna visitou vários estandes, posou para fotos com alunos e foi entrevistado pela equipe de alunos interessados em mídia e comunicação.

por Isadora Fernandes e Sabrina Julia Vicente

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Educação para Sustentabilidade exibe árvore de post its

Às 13 horas, a equipe da Educação para Sustentabilidade iniciou o projeto “árvore de post-it´s”. A ideia do projeto é mostrar para a comunidade do Bandeirantes (pais, alunos e familiares) tudo o que o projeto já fez e está fazendo.

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Então, para demonstrar os valores trabalhados de maneira dinâmica, eles fizeram um painel com uma árvore e cada pessoa que passar por lá pode completar a árvore sendo ela composta pelos post-its, cada um representando um aspecto do projeto:

Raízes – valores

Tronco – estrutura do projeto (quem já ajudou e ainda esta ajudando )

Copa e frutos- o que o projeto já conquistou

Plantas ( ao lado) – o que o projeto espera para o futuro do band e da sociedade

Então se você está no Band, apareça no Ginásio e deixe um pedacinho de você la na arvore para um futuro mais sustentável.IMG_0700

Por Natalie Koutny

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O futuro começa aqui

A feira de ciências abriu para o público, e eu aproveitei a chance para entrevistar alguns visitantes para saber suas impressões. O aluno do 1º ano Gabriel Paganini falou que muitos projetos podem ter grande uso no mundo afora, uma outra aluna diz pensar que vários projetos não se limitaram à feira e têm grande aplicabilidade.

A votação para o júri popular está aberta, então não perca a chance de votar em seu projeto favorito.

por Rafael Morandini

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Próteses: confecção e estudo comparativo entre as convencionais e as fabricadas em impressora 3D

Quando se avalia uma prótese, é necessário ver suas características como peso, estética e conforto. Em busca de mais opções, o mercado está criando alguns produtos voltados para crianças para que além de funcional, seja divertido para elas.

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No momento de iniciar o projeto, o grupo relatou que não é tão simples quanto parece. Ao testar protótipos na impressora 3D do Colégio, um dos principais problemas era a temperatura que fazia a prótese quebrar ou se deformar.

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Entretanto, nessa longa jornada de pesquisas e trabalhos, o grupo contou com a ajuda de algumas pessoas:

Doutor Auro – especialista em prótese que explicou sobre os conceitos básicos e como funciona o procedimento de produção e criação.

AACD- o grupo aprendeu sobre fabricas de próteses, e as diferenças entre as convencionais e não convencionais . La na ONG o senhor Mergulhão foi o técnico que os acompanhou.

Por Natalie Koutny

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Semeando no deserto: um protótipo viável para o plantio em regiões áridas

O projeto dos alunos do segundo ano do Ensino Médio baseado em um projeto que está sendo desenvolvido na Holanda pelo MIT consiste em tornar viável a plantação em áreas desertificadas. O grupo orientado pelo professor Pedro Leão começou buscando projetos baseados em seu interesse por genética quando descobriram o projeto que o MIT estava desenvolvendo e decidiram seguir o exemplo criando algo que revertesse o processo de desertificação. De seus oito membros, seis já participaram de Feiras anteriores e continuam animados para trabalhar em novos projetos. O grupo espera fazer muito sucesso na Feira deste ano.IMG_0654 IMG_0655 IMG_0653

por Bianca Rickheim

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Comida para dar e vender

IMG_0670Fernanda Tsukase, Helena Meireles, Luna Scaff, Isadora Bacich em sua primeira Feira de Ciências fizeram um projeto visando sustentabilidade. O grupo criou um protótipo de aplicativo que faz um quiz e fornece informações de como o usuário pode consumir seus alimentos de forma mais sustentável, ou seja, como utilizar 100% deles. As meninas basearam seu projeto emum matéria de revista que mostrava que quantidades absurdas de alimentos eram desperdiçados no Brasil.

O grupo espera ter sucesso ese divertir na Feira deste ano.IMG_0671

por Bianca Rickheim

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Sensor de Chuva

Os alunos Vinicius Nakagawa, Victor Ridolpho, Alfredo Acerbi, Marina Belli e Guilherme Marquez, da 2.a série, estão com um projeto para criar uma casa inteligente.IMG_0690

Baseado no sistema de para-brisa instalado em carros, o grupo criou um projeto para que a casa inteligente feche suas janelas e armazene água para ser reutilizada assim que detectar chuva. Para isso eles utilizam um sistema baseado em refração e reflexão de luz.

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O armazenamento de água seria feito com o telhado “abrindo” e permitindo que a água caísse em um recipiente em cima da casa.

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O grupo que já tem alguns veteranos de Feira espera agradar o público com o seu projeto desenvolvido com a ajuda do professor Carlos Mariz.

Por Bianca Rickheim

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Blood Factory: do protótipo ao aplicativo do futuro

Gabriela Tiba, Isabella Kaari, Jordanna Zancaneli, Juliana Hall, Larissa Domeneck, Luisa Nunes e Mariana Naomi estão pelo segundo ano juntas na Feira de Ciências trazendo conteúdo sobre medula óssea.

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Alunas envolvidas no projeto

No projeto do ano passado, o grupo de meninas informava o público da Feira sobre a medula óssea, seus transplante e suas funções. Elas afirmam que muitas pessoas nem sabe o que é medula óssea e por isso têm medo de doar, o que leva o transplante de medula a ser um grande problema em nossa sociedade.

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Projeto desse ano: Blood Factory

Na Feira deste ano, as meninas fizeram um protótipo de aplicativo onde os usuários poderão se cadastrar para doar e aprender mais sobre o assunto. As meninas do sétimo ano dizem que seu principal objetivo na Feira é apresentar o projeto e procurar possíveis patrocinadores para desenvolver melhor o aplicativo e colocá-lo no ar para uso da população.

Por Bianca Rickheim

 

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