Drones: acima dos holofotes

Por Fernanda Atihe e Gabriel Lerner

Os estudantes Lucas Kawahara, Alexandra Nardy, Giulia Paixão e as irmãs Ana Clara e Maria Paula Nina, todos da 1.a série ano do Ensino Médio, foram os responsáveis por chamar a atenção do Colégio inteiro na tarde da Feira. Com toda a razão: não é todo dia que vemos drones sobrevoando a quadra esportiva a mais de 20 metros do chão.
Os drones são veículos aéreos não tripulados, no caso, com hélices. Isso significa que, na visão dos leigos que vão se aproximando, se assemelham a helicópteros gigantes de brinquedo.

O grupo se diverte à tarde na Feira apresentando seu projeto.

O grupo se diverte à tarde na Feira apresentando seu projeto.

O projeto do grupo foi baseado na avaliação da exatidão e precisão do voo destes drones. Usando um código criado por eles numa linguagem especial de programação, foi possível eliminar os erros experimentais e as variáveis, afim de fazer com que um drone siga sempre a mesma rota (já que acontecia de ele sempre ficar inclinado para a direita, dando aquela impressãozinha desagradável de que poderia cair e decepar alguém). Para isso, contaram com a ajuda do professor Carlos Rafael da BandTec.

Drones estacionados, esperando o sorteio de quem irá pilotá-los.

Drones estacionados, esperando o sorteio de quem irá pilotá-los.

Apesar de terem enfrentado dificuldades variadas, como qualquer outro grupo, eles provaram que, muito além da tradicional Olimpíada de Química (onde é possível aprender a programar), é possível aprender programação com atividades incrivelmente lúdicas. A mostra do quinteto foi um sucesso, com momentos de descontração e até mesmo um sorteio entre os visitantes, em que o vencedor poderia pilotar um drone.

 

Entrevista com Gabriel “Bahia” Vilaça, aluno que pilotou um drone

Pergunta: O que você achou do projeto?
Gabriel: “Achei muito legal, o drone é uma tecnologia nova no Brasil e ainda não foram criadas leis para sua utilização”

Pergunta: Você teve a oportunidade de pilotar um drone? O que achou?
Gabriel: “Sim, achei bem interessante, o movimento é bem fluído e preciso, eu consegui fazer o drone voar um pouco. Também existe o controle de drone via iPad, que provavelmente deve estar no mercado daqui a alguns anos”.

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