A cor da validade

Por Gabriel Lerner

Os alunos Isabela Portinari, Pedro Nogueira e Rachel de Oliveira, orientados pelo professor Franco Ramunno, procuraram inovações tecnológicas que estavam sendo divulgadas em algumas revistas, entre elas a revista Fapesp. Durante a pesquisa, eles encontraram um plástico que mudava de cor quando um alimento estragava, a partir disso aprofundaram-na através de artigos científicos.

Isabela Portinari e Rachel de Oliveira

Isabela Portinari e Rachel de Oliveira

Os alunos produziram um Polímero Biodegradável, ou seja, se decompõe com facilidade e não agride o meio ambiente, a base de amido de milho, água, açúcar e glicerol. Todo trabalho foi executado no Band, com exceção de uma parte de medição e análise que foram feitos na USP. Na segunda etapa, os alunos adicionaram corante de repolho, um indicador químico de pH, que em meio básico fica rosado e em meio ácido adquire coloração amarelada. Tendo em vista que a maioria dos alimentos muda de pH ao estragar, o consumidor poderia ter certeza que o alimento está próprio para o consumo.

Amostra da mudança de cor do corante de repolho

Amostra da mudança de cor do corante de repolho

“O projeto em si foi muito metódico, porque inicialmente a gente fez um experimento em que deu muita coisa errada. Aos poucos nós tivemos que descobrir que coisas eram, e por isso tivemos que fazer mais umas três ou quatro tentativas, para pôr fim obtermos um polímero satisfatório”.

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