Palestra de Bioética debate tema de maneira criativa

Por Leila Maciel

Você sabe o que é Bioética? Os alunos do curso extracurricular de biotecnologia decidiram dedicar uma palestra ao assunto por acreditar que poucas pessoas conhecem o tema de fato e por considerarem importante debate-lo. Os alunos também o acham muito interessante e entendem que a Bioética abrange diversas situações e decisões polêmicas.

A apresentação dura cerca de 40 minutos e conta com uma encenação com atores profissionais simulando um caso. Depois, acontece uma discussão entre os estudantes de biotecnologia e a platéia.

A médica Maria Goretti Maciel, doutoranda em bioética, veio a Feira para assistir o que os jovens tinham a apresentar e disse que gostou muito da proposta da palestra, pois achou muito criativo o modo que eles expuseram o assunto e incitaram o debate, não só com os atores e especialistas mas com os pais e alunos também.

Vale a pena conferir! Para os interessados, uma nova palestra acontece agora às 15h30.

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Confira alguns números da VII Feira de Ciências

Por Thomas Wang

Segundo o professor Franco Ramunno, estão sendo expostos na VII Feira de Ciências do Band 55 projetos. Destes, 14 foram desenvolvidos por alunos do ensino médio e 41 por estudantes do ensino fundamental. Cada um deles é fruto do trabalho de um grupo que é formado por uma média de 5 alunos. O professor contou que são esperadas no mínino 1.000 pessoas para conferirem estes projetos.

Franco Ramunno disse estar bastante satisfeito com a qualidade dos trabalhos. “A profundidade dos projetos, o nível técnico e também a excelência das pesquisas me surpreenderam”, comentou o professor.

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Ciências e diversão na Feira de Ciências

Por Juliana Reimberg

Os alunos André Conti, Arthur Okuda, Daniel Gioso, Guilherme Sharovsky, Marco Aurélio Jesus, Nicolas Guidotti e Tarik Ashmawi, orientados pelo professor Franco Ramunno, desenvolveram um trabalho muito criativo e que tem uma importante aplicação no cotidiano. Ao longo de todo o ano, os estudantes trabalharam na elaboração de um colete a prova de balas que é mais leve e flexível, pois impregnaram seus tecidos em um fluido chamado STF. Esse líquido comporta-se como a suspensão de amido em água, o que quer dizer que ao aplicar-se uma força na mistura, ela passa do estado líquido para o sólido. Desta forma, esse princípio ajudaria a melhorar a estrutura dos coletes de bala atuais.

Para mostrar ao público como funciona esta reação, eles criaram uma espécie de piscina com a mistura líquida de amido e água. Os visitantes da feira podem andar sobre esta mistura que se enrijece ao ser pisada. Confira abaixo essa criativa união entre ciência e diversão!

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Pais orgulhosos falam sobre trajetória do filho até a apresentação de seu projeto na VII Feira de Ciências

Por Juliana Cezar Mileo

Entrevistamos Antônio e Etel Fernandes, pais do expositor Gabriel Fernandes que faz parte do grupo Ecocimento: uma forma de viabilizar o desenvolvimento e mitigar o CO2 na atmosfera.

O casal enfatizou a forma como a participação do filho no projeto contribuiu para seu amadurecimento, uma vez que foi exigida muita dedicação, compromisso e determinação. Segundo eles, Gabriel teve oportunidades únicas: visitou a USP, conheceu pesquisadores e teve contato com o meio científico. E o estudante aproveitou cada uma dessas oportunidades. Em um momento marcado pela escolha de uma carreira e de uma faculdade, Gabriel está considerando estudar Engenharia de Produção, e ter participado do projeto que apresenta hoje na Feira, considerado “profissional” por seus pais, influenciou sua decisão.

Definitivamente, o empenho do filho durante todo o ano para apresentar hoje o resultado final valeu a pena. E os pais de Gabriel têm orgulho de estarem presentes e de terem acompanhado seu desenvolvimento.

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Aluno do terceiro ano do Band destaca o potencial de aplicação dos projetos da Feira

Thomas Wang, aluno do terceiro ano do ensino médio do Band, aproveitou para conhecer os projetos da Feira de Ciências depois do simulado que fez neste sábado.

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O estudante, que também esteve presente na edição do ano passado, achou os projetos da VII Feira de Ciências mais interessantes do que os que conheceu na edição anterior. Segundo ele, a aplicação dos projetos deste ano ficou mais evidente para ele. Um exemplo que usou para ilustrar isto foi o do fogão feito de argila e que pode ser uma solução para o problema de fome na África.

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Professor César Pazinatto fala sobre os critérios de avaliação da Feira de Ciências

Por Guilherme Nakama

“Os projetos desse ano trouxeram resultados fanásticos”, comentou o César Pazinatto, professor de CPG (Convivência em Processo de Grupo) e avaliador da Feira de Ciências. “É a segunda vez que sou convidado para participar da Feira de Ciências, o que me proporcionou a possibilidade de vê-la por diversos ângulos. Isso porque no ano passado eu fui orientador de um grupo de alunos do colégio Bandeirantes e neste ano eu fui convidado para participar como avaliador“, concluiu.

“Como avaliador, utilizamos alguns critérios para analisar os trabalhos dos grupos expositores”, explicou o professor. Segundo ele, alguns dos critério de avaliação são a criatividade, a qualidade do relatório, a atitude científica, a inovação e o diário de bordo. Esse último é um registro de todo o trabalho feito pelo grupo, o que permite que o avaliador consiga perceber elementos que marcaram toda a trajetória daquela equipe.

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Bronislaw Polakiewicz fala sobre seu papel como avaliador da Feira

Por Juliana Cezar Mileo

Bronislaw Polakiewicz conversou com nossa equipe de reportagem e contou como é participar do júri da Feira. Para o entrevistado, o papel do avaliador não é só julgar o conhecimento específico dos participantes, mas também a determinação que cada grupo demonstra.

Segundo ele, é difícil comparar a qualidade de trabalhos, uma vez que um grupo pode ter muitos recursos, enquanto outros têm que impressionar apenas com a imaginação. Falando sobre a situação atual do Brasil, Bronislaw crê que o país é pobre em tecnologia, e que, portanto, todo incentivo é muito importante.

Ele ainda comentou que uma feira como essa motiva jovens a entrarem em

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contato com a tecnologia e demostra que os alunos saíram do acadêmico e partiram para a prática, levando o significado da tecnologia – aplicação de várias ciências em razão de um objetivo- a fundo.

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Sábado reúne três eventos

Por Guilherme Nakama

“É um dos dias mais corridos no Band. É uma loucura, mas muito legal também”. Assim define a Profa. Marcia Abdo, coordenadora de Geografia, sobre o dia 19 de outubro, sábado.

O Bandeirantes está repleto de atividades na ocasião; dentre elas, a Feira de Ciências, o simulado de terceiro ano e o vestibulinho para o Ensino Médio. Alunos, pais, avaliadores, professores e convidados se misturam numa tarde quente e agitada. A Profa. Marcia, por exemplo, cuidou do simulado e também estará na Feira de Ciências.” Estou desde às 7h horas aqui; é um trabalho muito gratificante”, concluiu.

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