O professor Ricardo Almeida, um dos coordenadores da Feira, fala sobre sua organização e relevância em entrevista

Por Leila Maciel

Leia a seguir a entrevista com o professor Ricardo Almeida, um dos coordenadores da Feira.

Qual a sua relação com a feira de ciências?

Almeida: Eu sou coordenador da feira de ciências junto com Marly e com a Cristiana.

Como surgiu a feira do Bandeirantes?

Almeida: A feira de ciências surge da necessidade de criar um projeto científico e em uma conversa com professores na área de ciências, Cris, Marly, eu e Boggio sobre tecnologia, nós decidimos que estava na hora de criar um projeto de iniciação científica. Assim, ela começou há 7 anos atrás

Como funciona a organização e os preparativos da feira?

Almeida: É até difícil de saber por onde começar a explicar. Isso é uma força tarefa, são vários professores organizando, nós dividimos as tarefas entre eu, Cris e Marly. São vários professores e monitores envolvidos. É algo bem complexo.

Por que vocês escolheram o tema “Inovações tecnológicas e suas aplicações”?

Almeida: Nós conversamos com um professor do IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológica), o Fernando Landgraf, que é um grande parceiro, é professor da escola Politécnica e diretor do IPT e ele sugeriur este tema. E aí nós pensamos na ideia e a gente decidiu que inovação seria o tema a ser trabalhado A gente estava tão curioso sobre qual seria o próximo tema da feira que estávamos já decidindo desde o ano passado.

Tem alguma novidade nessa feira que não teve nas outras edições?

Almeida: Eu acho que toda a feira traz um componente novo. Eu acho que a participação e a interação com as famílias, o uso dos Ipads na questão da votação foram um grande salto. Tiramos o papel, pois a gente ficou bastante preocupado com a questão da sustentabilidade. Eu acho que foi a grande inovação que tivemos por que a preocupação era trabalhar, realmente, pensando na questão do meio ambiente.

Qual você acha que é a importância da feira para o colégio?

Almeida: Bom, eu acho que, para o colégio, ela é importante por que trabalha com a questão de provocar no aluno o espírito de empreendedor, esse espírito científico. Eu diria que vale mais para o aluno, o que acaba revertendo para a escola como um todo. Eu acho que o grande desafio é como desenvolver esses meninos. Eu acho que esse foi o grande diferencial dessa feira.

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