Lançamento da Revista de Divulgação Científica do EFII: e-Band

Para comemorar o fechamento do ciclo de iniciação científica do Ensino Fundamental II que teve início no 6o ano em 2009 e este ano atingiu o 9o ano, os alunos escreveram artigos de divulgação científica com linguagem jornalística para falar de suas pesquisas. Muitos destes trabalhos puderam ser visitados no dia da Feira de Ciências e Tecnologia.

Os artigos passaram pela aprovação de um comitê de avaliação (peer-review), composto por professores de ciências, e os melhores trabalhos foram selecionados para publicação.

O resultado pode ser visualizado em PDF neste link (https://www.dropbox.com/s/1bs4l9kh1oh9p4r/e-Band.pdf), e está disponível para download pelo iBook Store da Apple com o nome eBand (para quem tiver iPad). A versão iBook tem galeria de fotos e vídeos.

 

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“O Passeio do Gás” é lançado no Band

Para celebrar o dia dos professores, o grupo Cátedra do Gás (que inclui a USP e a empresa Comgás, entre outros) veio ao Bandeirantes lançar a atividade “O Passeio do Gás”. Os professores Edmilson dos Santos e Murilo Fagá, ambos do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da Universidade de São Paulo (USP), fizeram uma palestra para fomentar e difundir conhecimentos sobre os usos eficientes e as boas práticas do gás natural, que ainda sofre preconceitos sobre seu benefício.

Alunos do ensino médio tiveram a oportunidade de acompanhar a discussão. “Descobri aspectos e explicações sobre as quais eu nunca tinha pensado antes”, afirmou Caio Duarte, aluno do 2ª ano de Humanas.

“Os alunos mostraram vida o tempo todo, perguntaram e se envolveram com o que falamos. Cumprimos o objetivo de levar assuntos novos a eles, antes da universidade. É essa juventude que vai ter que lidar com os diferentes os recursos do país”, explicou o professor Edmilson, sobe a importância da palestra.

“Essa atividade faz parte de parcerias ousadas que enriquecem e estimulam o debate entre estudantes do Band, pois aborda uma questão atual do mundo”, finalizou o coordenador de Química, Ricardo Almeida, responsável pela parceria.

Confira a galeria de imagens clicando aqui.

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A manhã da Feira de Ciências

Por Giovana Nigro

Às oito horas da manhã, alunos já chegavam ao colégio para arrumar seus stands e treinarem, mais uma vez, para as apresentações que teriam que dar diversas vezes durante o dia, acompanhados dos professores orientadores que ofereciam apoio técnico e emocional.

Antes que a exposição fosse aberta para o público, houve a avaliação técnica-científica dos projetos. Os grupos do Ensino Fundamental foram julgados por dois jurados, estes que eram professores do Band. Já os trabalhos do Ensino Médio receberam a avaliação de três jurados, sendo que entre eles figuravam professores da USP e empresários. Cada um deles estava acompanhado por um professor da escola e cada grupo tinha um trio diferente do outro.

Os jurados adotavam diversas técnicas para examinar os experimentos: no espaço de aproximadamente meia hora, alguns preferiam deixar os alunos exporem suas ideias antes de os questionarem. Porém outros, como a professora da USP e uma das mais importantes pesquisadoras de tecnologia aplicada em educação no país, Roseli Lopes, prioriza o questionamento, pois afirma que prefere conhecer a potência dos alunos, sua autonomia e perseverança mais do que o tema ou os resultados, além de querer propor o desafio de responder as questões em uma ordem aleatória, fora do discurso decorado.

Serão ao todo quatro premiações, uma popular e três técnicas. Os vencedores ainda não foram revelados.

 

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A energia das microalgas

Por Giovana Nigro

O grupo 4 do Ensino Médio, composto por Camila Santos, Raphaela Nawa, Felipe Auge, Letícia Cavallini, Thaís Hatsumi e Andre Houang, escolheram estudar as microalgas após uma sugestão de sua professora orientadora, Beth Pontes. A proposta agradou a eles especialmente pelo sua conexão com o tema da feira, sustentabilidade: “Os recursos energéticos fósseis são finitos e poluentes e isso é um dos maiores problemas com a produção de energia hoje”, conta Camila.

Após uma longa fase de pesquisas, os alunos começaram a fase experimental do projeto “Estudo da obtenção de energia a partir de microalgas”, que consistiu no cultivo desses protistas unicelulares em um fotobioreator que simulou as condições ideais para seu crescimento, seguido de filtração a vácuo e por fim, a queima em um calorímetro instalado na Escola Politécnica da USP, que revelou o potencial energético a partir de sua biomassa.

As conclusões finais revelaram-se muito vantajosas. Apesar de o potencial não ser tão alto, ainda é mais alto que o da cana de açúcar. Também pode ser cultivada em terras inférteis, de modo que não ocupa territórios propícios para a plantação de alimentos, além de filtrar a água poluída, usando nutrientes para crescer.

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Alimentos transgênicos são sustentáveis

Por Joany D’avila

Os alimentos geneticamente modificados são frequentemente alvo de polêmicas. Um  grupo de garotas teve a iniciativa de informar as pessoas sobre os seus benefícios não só para a população mas também para o meio ambiente. Como não necessitam de muito espaço para crescerem, consequentemente a produtividade e o lucro aumentam, não precisam de tanta água e são bastante utilizados em países em desenvolvimento. Muitos não sabem, mas vários dos produtos industrializados vendidos nos supermercados sofreram mudanças em seus genes. É possível identificá-los olhando em seus rótulos que obrigatoriamente tem que haver o símbolo dos transgênicos.

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Plástico comestível: isso existe?

Por Beatriz Kim

A criação do plástico comestível para a feira de ciências é apenas uma apresentação de um conceito que, aplicada à indústria com um processo mais sofisticado, poderia substituir o plástico convencional pela produção de pratos e copos descartáveis que também, poderiam ser comestíveis. Assim, em uma demonstração rápida e fácil com apenas amido de milho, óleo de cozinha e água foi possível fazer um substituto do plástico tradicional.

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Sol que produz energia

 Por Alexandre Junior

O projeto de energia termoelétrica solar das meninas do 2º ano, Júlia Costa, Carolina Melo, Stephani Caroline e Giovana Leite, consistiue em uma maneira de aproveitamento da luz solar através de espelhos disponibilizados em forma parabólica. A forma em parábola possibilita a concentração da luz em uma única regiaõ (foco) onde é localizada a máquina térmica. A caldeira é esquentada e produz vapor, uma vez que a água presente nela atinge altas temperaturas e entra em ebulição, causando o aumento da pressão e produzindo, enfim, energia mecânica, através de um pistão que é movimentado.

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Eco-Catraca

Por Alexandre Junior

As eco-catracas têm como objetivo fornecer energia a partir da cinética produzida  diariamente nas centenas de estações de Metrô e trem do Brasil. A energia produzida seria capaz de alimentar a própria catraca e o sistema de luzes de emergência. Porém, o custo seria alto, 320 mil reais, para substituir todas as catracas já existentes, por isso o grupo composto por Rafael Wertzener, Marcelo Belisario, Felipe Kallás e Marcelo Suh propõe que nas novas estações se utilize as catracas ecológicas. Além disso, é sugerido que as catracas convencionais que quebrarem sejam substituídas pelas ecológicas.

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Moda Sustentável

Por Alexandre Junior

A marca ECO 99 produzida por Rafael Aoki, Anna Carolina Enger, Maria Luiza Menezes e Carolina Duarte tem preocupação social e ambiental. Através da customização manual de roupas, o grupo acredita que é possível ter um baixo custo de venda e ainda ajudar uma brinquedoteca que abriga crianças de uma comunidade carente. Além disso, a reutilização de materiais como o jornal podem ser transformados em pulseiras que, também, seriam vendidas.

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A relevância da Feira de Ciências para o futuro de seus integrantes

Por Thais Stoppe

Questionados sobre a importância da Feira de Ciências para eles, os alunos Lucas
Schümann e Rafael Barone destacaram o aprendizado de como realizar relatórios formais, aproveitar o conhecimento de todos os integrantes do grupo e descobrir novos conceitos sem a interferência direta de um professor. Eles acreditam que esse aprendizado pode ajudá-los no futuro, pois pretendem cursar Engenharia e, como esse curso é muito amplo, saber buscar conhecimentos fora da aula pode ser muito valioso. A aluna Caroline Bellacosa deu ênfase para “colocar a mão na massa”, pois ela acredita que não ater-se à teoria torna o conhecimento mais interessante.

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