Alunos mostram a importância da água no corpo humano

Por Júlia Helena Griebel

“Rins: função, doenças e tratamentos”. O grupo de alunos do 2º ano formado por Augusto Nishikawa, Lucas Weber, Natalia Maranca e Pedro Sciavi abordou um tema que, à primeira vista não parece encaixar-se ao tema “Água: Ciência e Tecnologia”. Porém, Augusto Nishikawa mostrou que a água é elemento importante para o funcionamento renal.

Os estudantes exploram o funcionamento do rim através de exposição de experiências científicas e simulação da permeabilidade das membranas.  Além disso, destacaram a necessidade de consumo mínimo diário de água que, se não for regular, pode causar doenças nos rins, comprometendo a filtração do sangue e, consequentemente, afetar todo o corpo.

Dentre as pesquisas feitas pelo grupo, destaca-se a vivência feita no Hospital Samaritano de São Paulo, onde os alunos foram capazes de entender melhor como funcionam as vidas de pessoas portadoras de doenças renais e os tratamentos pelos quais eles passam.

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Cobertura jornalística feita pelo ensino fundamental

Vejam as fotos da aluna Natalie:

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É hora de agir

Por Lara Freitas

Muita gente já sabe, mas nem tantas  pessoas aplicam. O grupo do ensino fundamental tratou da reutilização da água da chuva. A maquete mostrava o esquema de como uma casa poderia coletar água pela calha e como o morador poderia tirar suas impurezas mais significativas. As alunas enfatizaram também o tipo de atividade nas quais esta água poderia ser utilizada, como regar plantas ou lavar o quintal

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É hora de agir

Por Lara Freitas

Muita gente já sabe, mas nem tantas  pessoas aplicam. O grupo do ensino fundamental tratou da reutilização da água da chuva. A maquete mostrava o esquema de como uma casa poderia coletar água pela calha e como o morador poderia tirar suas impurezas mais significativas. As alunas enfatizaram também o tipo de atividade nas quais esta água poderia ser utilizada, como regar plantas ou lavar o quintal

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Alunos filtram águas de represa

Por Barbara Rezende

Um dos grupos do 2° ano do Colégio Bandeirantes, participantes da Feira de Ciência, fez uma simulação em tempo real do tratamento de águas de represas para se transformar em água potável e ser distribuída nas cidades mais próximas.

O grupo descreveu minuciosamente cada etapa desse tratamento com aparelhos comprados, porém, montados por eles mesmos. A água, poluída de início, ao final do projeto- após as fases de filtragem – encontra-se limpa e em condições de ser abastecer municípios próximos.

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Vejam as fotos produzidas pelos alunos do ensino fundamental

As fotos foram tiradas pela aluna Laura, do oitavo ano. Confiram:

Grupo do projeto Energia Geotérmica

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Energia pelas correntes marítimas

Por Barbara Rezende e Caio Dib

As correntes marítimas usadas pelas tartarugas do filme “Procurando Nemo” agora também são fonte de obtenção de energia. A empresa Sea Generation desenvolveu uma pequena usina que capta a energia cinética das correntes marítimas da costa da Irlanda e a transforma em energia elétrica.

A hélice se move com as correntes marítimas e faz o motor transformar energia cinética em energia elétrica.

O grupo do 2° ano, insipirado neste projeto, optou por apresentar uma forma alternativa de obter energia. Como os meios de obtenção de energia atualmente geralmente são poluentes e exigem altos investimentos de implementação e manutenção, o custo final do kW/h é alto. Porém, os alunos apresentam um projeto com custo de manutenção baixo, pois a energia advém da força de corrente marítima. “A energia tem custo zero”, conta o aluno Ales Kouthy.

Protóptico produzidos pelos alunos. 01XBRONCA é o nome do grupo, que resolveu homenagear seus colaboradores, Ghassan Maalouf (01X, devido à sua linguagem matemática), e Gotthifrid Koutry (bronca, devido à sua rigidez).

Além disso, a usina não prejudica o meio ambiente, como acontece com as hidrelétricas.  “Como a hélice se movimenta a uma velocidade de 0,4 m/s, a vida marinha não é afetada”, completa Kouthy.
O projeto original custou US$ 680 mi, mas o custo de manutenção é baixo.

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“Água no Corpo Humano” inova na exposição

Por Lara Freitas

O grupo “Água no Corpo Humano” apresentou a importância do líquido vital de uma maneira bem diferente. Alunas do ensino médio reuniram questões sobre este assunto e as colocaram em uma caixa. Assim que o visitante chega ao experimento, sorteia uma pergunta desta caixa e a responde. Se a resposta for correta, os prêmios são uma explicação da expositora e um suco de sua preferência.

Desta maneira, conteúdos relacionados aos processos vitais que dependem da água foram bem esclarecidos, mostrando ao visitante que a ciência também envolve nosso corpo.

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Educação para a Sustentabilidade cria Manifesto coletivo

Por Carolina Zuccas

A sustentabilidade é um conceito a muito importante nos dias atuais. Cada vez mais, projetos sociais e educativos vem sendo criados por empresas e escolas, e o comprometimento dos jovens também aumenta.

Com início em janeiro deste ano, o projeto Educação para a Sustentabilidade tem como objetivo formar um grupo de alunos do Bandeirantes no tema, e dar continuidade nos próximos anos, sempre adicionando novas pessoas.

Em primeiro momento, há uma coleta de dados, ou seja, um questionário é respondido pelos alunos de 5º a 9º ano, com a finalidade de desenvolver ações que os coordenadores possam propor para que os alunos façam. “Muitos sabem o que tem que fazer, mas não fazem. Por isso, as ideias tem que vir deles”, comenta Denise Curi, uma das coordenadoras do projeto.

Durante a Feira de Ciências deste ano, o programa apresenta algumas novidades. Uma delas é um Manifesto coletivo em favor de um planeta mais sustentável, que é um texto no qual cada pessoa escreve um pouco do que pensa, para que ele depois seja divulgado. Além disso, os alunos também podem fazer cartinhas, nas quais devem conter 3 objetivos relacionados à sustentabilidade que pretendem desenvolver durante o ano. Para provar esse comprometimento, eles deixam suas digitais em um papel. Enfim, essas cartinhas serão mandadas de volta para os jovens no ano seguinte, para que vejam se realmente cumpriram o que queriam.

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Técnica da NASA possibilita plantar sem usar terra

Por Lara Freitas

Alunos do ensino médio encontraram uma alternativa para o cultivo de plantas sem a utilização de terra, desenvolvido pela NASA, chamado Aeroponia.

Esta técnica consiste no cultivo de plantas através da liberação de vapor de uma solução própria para o fim, em sementes já germinadas. A técnica não requer o uso de muita água para sua realização. Algumas das vantagens do uso da Aeroponia, segundo a expositora Luciana Zuzarte, são as maiores folhas da planta cultivada  e os seus frutos mais resistentes à temperatura ambiente, quando comparados à técnica tradicional de plantação.

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