A Feira de Ciências do Fundamental já começou!

Os alunos do Ensino Fundamental já estão preparando os seus trabalhos apesar da Feira de Ciências estar programada apenas para o dia 23/10!

Eles estão vivenciando o verdadeiro espírito científico uma vez que as pesquisas são trabalhosas e exigem muito tempo.

Algumas pessoas, quando observam apenas os resultados de uma pesquisa, não conseguem imaginar todo o trabalho e dedicação que foram necessárias para chegar ao produto final.

Para os alunos do 7º ano, série estreante na Feira, o trabalho começou desde o 1º bimestre. Os estudantes já fizeram as pesquisas iniciais, que são de extrema importância na identificação do problema que será estudado no projeto.

Outra novidade desta Feira é que os alunos do Ensino Fundamental estão desenvolvendo os seus trabalhos escritos através do uso de uma ferramenta inédita para eles: o TELEDUC. Esta ferramenta é um ambiente virtual, muito usada para o ensino à distância, em que os estudantes podem pesquisar materiais, trocar informações, interagir com os colegas e formadores e registrar todas as etapas do seu projeto no seu “Diário de Bordo” (assim como todos os cientistas fazem!).

Tanto os alunos do 7º quanto os alunos do 6º ano já estão navegando neste ambiente virtual!

Teleduc

Teleduc

Compartilhe:

Biotecnologia vem para o laboratório dos 3os anos do Ensino Médio

Os professores de laboratório de biologia de 3o ano do Ensino Médio, Prof. Lúcia, Régis e Cristiana, junto com as professoras responsáveis pelo Projeto Biotecnologia, Profas. Ana Cristina e Marina, e os funcionários responsáveis pelo preparo das aulas, Bernardo e Milton, fizeram na sexta feira, dia 16 de abril, uma  oficina sobre técnicas de biotecnologia que podem ser adaptadas a uma aula de 50 minutos. Desde que o Projeto Biotecnologia começou em 1998, tem sido um sonho antigo conseguir trazer um pouco do que acontece para os poucos alunos que participam do projeto para os demais alunos, dentro da sala de aula, de forma curricular.

Professoras Ana Cristina e Marina extraindo DNA.

Professoras Ana Cristina e Marina extraindo DNA.

Dra. Karin e Prof. Régis preparando material para extração de DNA de morango.

Dra. Karin e Prof. Régis preparando material para extração de DNA de morango.

Prontos para começar: Milton, Bernardo e Profa. Lúcia a postos.

Prontos para começar: Milton, Bernardo e Profa. Lúcia a postos.

A oficina foi ministrada por parceiros pesquisadores da USP , Dra. Karin Hoch Fehlauer Ale e Dr. Ezequiel Ale, doutores que trabalham com biotecnologia no seu cotidiano, ao realizar suas pesquisas em diversas áreas. Trouxeram ideias de  como ensinar diferentes tópicos mais complicados, dando dicas de como contextualizar as descobertas e como valorizar o que é  “fazer ciência”.

A ciência do nosso cotidiano.

A ciência do nosso cotidiano.

Dr. Ezequiel Ale: pronto para começar a aula.

Dr. Ezequiel Ale: pronto para começar a aula.

Dra. Karin e Laura preparando material.

Dra. Karin e Laura preparando material.

A oficina terá uma segunda parte, onde outras práticas serão ensaiadas para serem aplicadas aos alunos. Em 2010 serão incorporadas 3 aulas, que incluem eletroforese, extração de DNA e técnicas de biotecnologia.

O laboratório de biologia já adquiriu material  como micropipetas, cubas de eletroforese, ponteiras e mini-centrífugas, entre outros, para os alunos terem acesso a um laboratório completo de biologia molecular, tendo assim contato com as técnicas mais modernas de pesquisa, em uma das áreas que hoje mais cresce na ciência.

Equipamento necessário para a aula.

Equipamento necessário para a aula.

A mesa do professor.

A mesa do professor.

A técnica da USP, Laura, demonstrando como fazer a medida.

A técnica da USP, Laura, demonstrando como fazer a medida.

Profa. Lúcia e Bernardo preparando a extração de DNA.

Profa. Lúcia e Bernardo preparando a extração de DNA.

Milton medindo o material.

Milton medindo o material.

Colocando o material no banho-maria.

Colocando o material no banho-maria.

Compartilhe:

M & M’s e Evolução – 9os anos aprendem a pesquisar a adaptação de uma espécie ao seu meio

O que M&M’s têm a ver com evolução? Este é o material didático sugerido pelo Howard Hughes Medical Institute (HHMI) para ensinar alunos do Ensino Fundamental sobre como pesquisar a adaptação de uma espécie ao seu meio, e como elaborar experimentos, tabular dados, fazer previsões e construir gráficos que demonstrem a influência da entrada de uma espécie predadora em um ambiente.

Os os alunos do 9o ano, ao longo de 3 aulas neste 2.o bimestre, testam a adaptabilidade de uma espécie de “ostras”, o Clamys sweetus tipo M e tipo R, para ver qual está mais apta a sobreviver quando um novo predador é introduzido. Testam a dureza da “concha”, a competitividade entre as duas espécies e a adequação das cores (mimetismo). Aprendem a discutir o que é controle, variável dependente e variável independente. Finalmente, aprendem a elaborar um novo teste baseado no que viram, para medir as chances desta espécie se adaptar se  uma nova mudança ocorrer no meio.

Esta aula foi trazida de um congresso de ensino de ciências pela Profa. Cristiana, coordenadora do curso, o NSTA (National Science Teachers Association) e adaptada para ser incorporada no laboratório de biologia. Os alunos estão fazendo a pesquisa com muito entusiasmo. Mas existe um aviso importante: Não podem comer as ostras! Senão elas entrariam em extinção antes mesmo da pesquisa começar!

Testando a dureza da concha

Testando a dureza da concha

Organizando a tabela de testes.

Organizando a tabela de testes.

Tabela organizada

Tabela organizada

Testando a dureza da "concha".

Testando a dureza da "concha".

Anotando resultados.

Anotando resultados.

Compartilhe: