Ensino Fundamental também faz cobertura jornalística da Feira

Por Beatriz Lima e Mariana Pereira

Alunos da sétima e oitava série tiraram fotos e fizeram filmes sobre os grupos e os visitantes da Feira de Ciências.  O projeto foi coordenado pela professora de artes do colégio, Gisele Ottoboni.

“Vamos oferecer isto como um material bruto para o colégio, para que eles possam utilizar para divulgar a Feira. É um material de apoio”, afirmou a professora. Os alunos participantes trouxeram seu próprio material para a produção. “É um envolvimento integral”, disseram.

Feira de CiênciasO grupo é composto por três alunos da sétima e duas da oitava. “Nós adoramos participar. Os projetos da quinta série foram os que mais surpreenderam. Estamos muito orgulhosas dos colegas da nossa escola”, disseram Giovanna D’Amico e Giovana Pinpin, 14 anos, da 8H. Este projeto veio a calhar com o que ambas as séries estão aprendendo no curso de artes do colégio, que é fotografia na sétima e história do cinema, na oitava.

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“Plasticamente Corretos” brilharam na Feira de Ciências

Por Alessandra Ungria e Júlia Helena Griebel

Depois da prévia feita durante essa semana, finalmente os alunos Ricardo, Mariana e Vivian apresentam suas propostas sustentáveis para o plástico na Feira de Ciências.

PETO grupo  apresentou e explicou as diferenças básicas entre os sete tipos de plásticos existentes, dando ênfase ao PET (escolhido por ser o mais descartado no meio ambiente). Também mostrou as formas como o plástico pode ser reutilizado: através da reciclagem,  do artesanato,  da produção de tecidos e de livros.

Enquanto cobríamos o trabalho, a professora Lucinda destacou o grande número de sacolinhas plásticas inutilizadas atualmente. Ela expôs soluções como o uso das sacolas feitas de produtos orgânicos (batata, cana-de-açúcar, beterraba), que se decompõem em apenas quatro meses. “Esta é TOP” disse a professora, ao considerar o impacto ambiental quase nulo deste tipo de saquinho.

Existe também como solução o uso de sacos plásticos com aditivos que tornam o material degradável, fazendo com que este não impermeabilize o solo, porém a opção ainda está em processo de pesquisa.

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Cientistas mirins

Por Mariana Pereira e Sophia Neitzert

Na Feira de Ciências deste ano, pela primeira vez um grupo da quinta série do Ensino Fundamental apresentou trabalhos relacionados ao tema central, que foi sustentabilidade.

Sala dos professoresApós a volta às aulas cada quinta série se dividiu em aproximadamente oito grupos. Estes se dedicaram a “identificar um problema e encontrar uma solução dentro do nicho da sustentabilidade estudado em classe” explicou Malu Gukovas, a professora das turmas. Foi elaborado um trabalho que, depois de ser apresentado em aula, determinou os três grupos de cada sala que iriam expor na Feira, que estavam com os trabalhos mais bem produzidos. Porém, até alguns dos alunos não selecionados decidiram participar, chegando desde cedo para ajudar na organização e prestigiar os trabalhos dos colegas.

Umas das fontes desse entusiasmo para os alunos do Ensino Fundamental é o fato de eles estarem trabalhando lado a lado de estudantes mais velhos, do segundo ano, cujos trabalhos, por serem mais elaborados, os encorajam a se dedicarem mais.

Além disso, os projetos se servem como um paralelo para os trabalhos dos alunos do segundo ano, por retratar o olhar de alunos mais novos, com idéias e perspectivas diferentes.

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Transporte inovador

Por Caio Dib

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Luis Eduardo Martins, Alberto Tuano, Leonardo Freira e Victor Batistella, do 6º ano, perceberam a necessidade de diminuir o nível de poluição produzido pelos automóveis e pensaram

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numa alternativa viável e ecologicamente correta: automóveis movidos por energia solar.

A placa fotovoltaica capta a energia do sol e move o motor. O modelo produzido é bem simples e fácil de ser feito. Foram utilizados madeira, motor de carrinho de autorama e fios que sobraram do trabalho de matemática. A alternativa para o carro funcionar de noite foi o uso de uma pilha recarregável.

O projeto já é adotado em ônibus municipais em algumas cidades brasileiras. “A diferença é que as placas de captação de energia solar são instaladas em todo o teto do ônibus”, conta Alberto. Confira o vídeo do carrinho funcionando!

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Vale a pena ver de novo

Por Mariana Pereira e Sophia Neitzert

A III Feira de Ciências do colégio Bandeirantes se tornou um grande espaço de confraternização, contando com a presença de colegas dos expositores, seus familiares, professores e até de participantes de edições anteriores.

panoramica

As gêmeas Cristiana e Mariana Ogawa, estudantes do terceiro ano de exatas, depois de participarem do evento no ano passado vieram à feira conferir o trabalho dos alunos deste ano. “Achei legal que o tema deste ano (sustentabilidade) dá uma possibilidade maior de projetos do que o do ano passado (tecnologias na saúde e alimentação)” disse Mariana. Exatamente por ter mais áreas de pesquisa os alunos conseguiram fugir do óbvio ao tratar de um tema tão abordado na atualidade. “Me surpreendi muito com os trabalhos, achei as idéias muito boas, inovadoras”, afirmou Cristiana.

Com a perspectiva de já terem participado do projeto, as irmãs conseguiam entender muito bem o que os expositores estavam sentindo. “Agora que os juízes estão passando, eles devem estar bem nervosos” disseram. “O chato é que os juízes são os primeiros a ver o grupo se apresentar, então o nervosismo acaba aumentando”, finalizaram.

Assim a feira acaba sendo um grande processo de reciclagem, fazendo com que o velho vire novo, contribuindo para o aprendizado de todos.

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Torre inova a captação de energia solar

Por Anna Gabriela Oliveira

termo-solarO projeto das alunas Gabriela Peach, Fernanda Bachman, Gabriela Brosco, Lais Azuma e Joana Peloia mostra como é possível utilizar o Sol de maneira relativamente simples para obter energia elétrica.

Com a orientação da professora de Química Denise Curi, as meninas construíram um protótipo de uma torre solar que combina efeito estufa e correntes de convecção obtidos a partir do calor emitido por lâmpadas de infra-vermelho que simulam a energia solar.

“A idéia é ter em uma grande área com bastante incidência de ar uma torre e um diâmetro feitos de material resistente, por exemplo, um polímero.” explica a professora. O projeto funciona como uma verdadeira estufa, sendo possível cultivar plantas em seu interior. A intenção é que o ar quente, que tende a subir, gire uma turbina na parte mais alta da torre.

Na maquete feita pelo grupo, usaram vidro por ser um material resistente ao calor do infra-vermelho.Por ser feita em uma escala pequena, não produz energia elétrica, então para demonstrar seu uso, o grupo acoplou um motor à turbina, como já havia sido planejado.

O projeto mostra que tal meio de produção de energia é viável e mais simples que outros meios para se obter energia. É um projeto sustentável porque utiliza apenas a energia solar, que é uma fonte inesgotável. Vale a pena conferir de perto como funciona a máquina que está prevista para ser implantada em vários lugares do mundo.

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