Premiação

Hoje foram divulgados os projetos vencedores da III Feira de Ciências do Bandeirantes. Tanto o Juri Científico quanto o Juri Popular decidiram a classificação dos projetos no ranking.

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Os primeiros lugares ganharão uma viagem, em ambos os rankins. Já o segundo e terceiro lugar do Juri Científico ganharão vales-presente da Fnac. “Todos os projetos estavam muito bons. A diferença na calssificação final foi de décimos!”, disse o professor Ricardo Almeida.

Classificação pelo Juri Científico

1º lugar: Asfalto como coletor solar.

2º lugar: Energia limpa por meio de uma torre solar.

3º lugar: Energia gerada através de vórtices.

Classificação Juri Popular

1º lugar: Sistema químico curado por Ultra Violeta

2 lugar: Energia gerada através de vórtices

3º lugar: Fusão Nuclear: a energia do futuro.

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O julgamento

Por Carolina Lima

Os trabalhos da Feira de Ciências foram avaliados por um grupo de juízes que atribuirá uma nota a cada projeto. Entre eles, havia convidados (engenheiros, jornalistas e outros) e professores do colégio Bandeirantes. O resultado será divulgado amanhã, às 9:30h, na sala A31.

panoramica

Os critérios que os avaliadores considerarão são: o conhecimento dos alunos, a abordagem dada ao tema, a validade de informações e a apresentação visual e escrita. Cada um desses critérios foi discutido e os juízes trocaram informações, atribuindo notas que consideraram as mais justas possíveis.

Os alunos, ao serem abordados pelos jurados, reagiram de modos diversos. Carolina Tamashiro, do grupo “Asfalto como coletor solar” admitiu ter sentido um pouco de nervosismo. Elcio Fiordelisio, da “Casa Sustentável”, também disse ter ficado nervoso, apesar de ter conseguido controlar um pouco de sua ansiedade. Já Rafael Cravo, do mesmo grupo, sentiu-se bastante tranqüilo, já que os juízes não os pressionaram.

O convidado Reinaldo Canto foi chamado para avaliar os trabalhos após participar de um BandDebate sobre sustentabilidade. Canto, que trabalha na área ambiental, considerou importante, na hora de atribuir as notas, como os alunos refletiram sobre os aspectos que melhoram a sustentabilidade, e como suas idéias contribuiriam para reduzir os impactos no ambiente. “Esperava algo mais simples, menos sofisticado, do que o que encontrei na Feira”, contou. Considerou uma “agradável surpresa” a apresentação dos trabalhos e a preparação dos integrantes dos grupos.

O professor Heinz Hillermann, coordenador de Física, é também um dos juízes da Feira de Ciências. Ele explicou que os trabalhos, ano após ano, continuam o surpreendendo. “Os alunos são fantásticos! Eu sinto isso, e é de coração”, diz, orgulhoso, sorrindo.

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Por todos, sustentabilidade para todos

Márcia AbdoPor Júlia Helena Griebel

Neste sábado, o Blog conversou com Márcia Abdo, professora de Geografia do Band.  Foi discutido o tema central da Feira de Ciências deste ano, a sustentabilidade.

Durante o bate-papo, a professora falou sobre a preocupação que países e empresas têm quanto à consciência sustentável. Declarou que estes não são os únicos responsáveis por mantê-la: cada um deve fazer sua parte.

Freqüentemente, quando pensamos em sustentabilidade, logo nos vem em mente o controle que devemos ter no consumo de água, luz, combustível. Sem dúvidas estes fatores devem realmente ser controlados. Porém, como destacou Márcia durante a conversa, “quando compramos algo, estamos estimulando a indústria a produzir para que este bem possa existir. E mais, depois este bem será descartado. E mesmo reciclado não poderá passar por este processo muitas vezes”.

Ou seja, é necessário analisarmos a necessidade de adquirir um bem. É necessário refletir “estou precisando mesmo ou só estou comprando porque é bonitinho, é legal ou é da moda?” como sugeriu a professora. Analisando poderíamos poupar matéria prima, além de produzir menos lixo.

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Ensino Fundamental marca presença na Feira

Por Alessandra Ungria e Júlia Helena Griebel

Alunos da 5ª série do Colégio Bandeirantes souberam passar seu recado na Feira de Ciências deste sábado. Conscientes da necessidade de se preocupar com o futuro, os projetos baseados na sustentabilidade ambiental, desenvolvidos e apresentados por eles, atraíram a atenção de quem passou pelo evento.

O trabalho feito por Arthur Gascon e seu grupo falou sobre a criação de um plástico ecologicamente correto, feito a base de sal, cola de isopor não tóxica, álcool gel e água. Munidos de um microondas, o grupo fez o experimento e comprovou a eficiência do material. Além de resistente como o convencional, não libera poluentes para fabricação.

Plástico

Já a proposta de Daniel Leite mostrava as vantagens de se utilizar a lâmpada LED em comparação à comum. “A lâmpada LED esquenta menos e é mais resistente e econômica” contou. O grupo reforçou a preocupação com o meio ambiente. “Sustentabilidade não é só o dia-a-dia, tem que pensar no amanhã, certo?” enfatizou Daniel.

Cadeira Outros trabalhos também foram prestigiados. Beatriz Motta, Louise Walvis, Stella Munis e Julia Daneluzzi distribuíram detergentes e amaciantes biodegradáveis. Gabriel Saruhahsi e seu grupo trouxeram uma cadeira de papelão reciclável que aguenta até 527kg. Paulo Perin e William Chong apresentaram o custo benefício de se ter uma “casa sustentável” através de uma maquete.

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Copoleta

Alunas do 2º ano criam projeto de coleta e reciclagem dos copos plásticos utilizados no colégio

Por Alessandra Ungria e Júlia Helena Griebel

copoletaJoyce Ikedo e Chaline Matushita, alunas da 2B1, desenvolveram coleta dos copinhos plásticos utilizados no Bandeirantes. Com a gripe suína, os copos foram colocados ao lado dos bebedouros para que seja evitado algum tipo de contaminação. Porém, depois de utilizados, estão sendo jogados no lixo comum.

Ao perceberem que os muitos copinhos disponibilizados aos alunos do lado dos bebedouros são descartados irresponsavelmente, as alunas decidiram implantar no segundo andar do colégio um “lixo alternativo”. O saco plástico pendurado na porta da sala A25 viabiliza o recolhimento deste projeto. As meninas encaminham os copos coletados a uma cooperativa que recolhe lixo reciclável em seus respectivos condomínios.

copoletaDurante a entrevista, Joyce e Chaline revelaram o descomprometimento de boa parte dos colegas. Mesmo com o aviso deixado por elas em cima do lixo convencional alertando sobre a coleta, muitos alunos insistem em ignorá-lo. As repórteres observaram vários alunos jogando os copos no lixo convencional.

O projeto tem como base uma proposta simples e viável que poderia ser facilmente expandida aos outros corredores do Band. Assim, seria aliada a possibilidade de beber água confortavelmente e sem perigo de contaminação à defesa do meio ambiente.

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Acessos = árvores plantadas

Por Caio Dib

O eco4planet é um blog que trata de questões que envolvem o meio ambiente e um portal de buscas ecológico que utiliza o sistema de buscas do Google. Este ano, inovou e garantiu o compromisso de plantar uma árvore a cada 50.000 acessos.

Inicialmente, as árvores serão plantadas na cidade de Ribeirão Preto-SP. Porém há planos de expandir a área de plantio para outras cidades e estados a partir de 2010. Será divulgado no Twitter data, hora e local de cada plantio. Os internautas podem acompanhar pessoalmente o ato ecologicamente correto ou conferir fotos do evento. Já foram plantadas 61 árvores.

O eco4planet também pensou na economia de energia na hora de criar sua página. O fundo de tela preto economiza 20% de energia.

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Xixi no banho?

Por Caio Dib

A Fundação SOS Mata Atlântica está veiculando campanha incentivando um ato tão repugnado (e, ao mesmo tempo, tão praticado) pelos brasileiros: fazer xixi no banho.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XZ_DNc1zbxI]

Como conta o vídeo,  cada descarga economizada economiza 12 litros de água. Em um ano, seriam economizados 4.380 litros de água.

De acordo com a SOS Mata Atlântica, 73% das pessoas que visitaram o site oficial da campanha são ecologicamente corretos e fazem xixi no banho. Você faz parte dessa maioria?

Você pode saber mais informações sobre o assunto no site www.xixinobanho.org.br.

Agradecimentos: Vivi Martins e designatento.com

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